Tecnologia
Lei “Carolina Dieckmann” não faz populismo penal, diz deputado
O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), coautor da lei de crimes na internet, negou que a norma seja resultado de “populismo penal” e disse que a ligação com o caso da atriz Carolina Dieckmann foi coincidência. “Embora eu seja solidário a ela, a lei não foi aprovada por causa disso”, explica. “Eu quero afastar a ideia de que a lei tenha sido feita por um populismo penal.”
O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), coautor da lei de crimes na internet, negou que a norma seja resultado de “populismo penal” e disse que a ligação com o caso da atriz Carolina Dieckmann foi coincidência. “Embora eu seja solidário a ela, a lei não foi aprovada por causa disso”, explica. “Eu quero afastar a ideia de que a lei tenha sido feita por um populismo penal.”
Durante a tramitação da proposta na Câmara dos Deputados, no ano passado, a atriz teve fotos íntimas divulgadas na internet, após serem roubadas de um computador enviado para a assistência técnica. Devido a isso, a proposta ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann.
A nova lei de crimes na internet entra em vigência a partir do dia 2 de abril. Ela foi tema de debate promovido nesta sexta-feira pela Federação dos Comércios de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A proposta foi aprovada em novembro passado, no mesmo dia em que outro projeto sobre o mesmo tema também passou na Câmara.
O presidente do Conselho de Tecnologia da Informação da Fecomercio, Renato Opice Blum, disse que a punição da nova legislação, de três meses a dois anos, além de multa, para quem comete crimes cibernéticos, deveria ser mais severa. “Em 90% dos casos de pessoas sem antecedentes criminais, a pena pode ser revertida em doação de cestas básicas”, disse Opice.
O deputado federal Paulo Teixeira discorda das críticas e diz que a lei servirá como uma ferramenta importante no desmantelamento de grupos organizados que atuam na internet. “Nós precisávamos dessa lei, o Código Penal não dava conta disso”, disse.
Entre as novidades da lei, Teixeira cita a punição para crimes contra o sistema financeiro, no caso de roubos de senha bancária, e a defesa do cidadão que compra pela internet, mas não recebe o produto. Além disso, vai servir para o combate à venda de remédios na internet e à pornografia infantil. “É uma boa lei, que buscou o máximo de equilíbrio e não criminalizou práticas corriqueiras da internet”, garantiu.
Fonte:Portal Terra
-
Ceará3 semanas atrásEspetáculo “Quando as Máquinas Param” promove discussão sobre violência doméstica nas cozinhas das periferias de Fortaleza
-
Iguatu3 semanas atrásALERTA NA CÂMARA: Jurídico do SPUMI analisa riscos no PL 036 que, supostamente, pode impactar salários, anuênios e insalubridade em Iguatu
-
Esportes4 semanas atrásIguatu assegura classificação antecipada para a segunda fase da Série D
-
Iguatu2 semanas atrásMP apura supostas irregularidades em contrato de R$ 9 milhões para reforma de escolas em Iguatu
-
Ceará2 semanas atrásCom dados defasados de 2024, IPEA divulga Atlas da Violência.Em 2026, Fortaleza vive queda histórica de homicídios
-
Artigo3 semanas atrásCOLUNA DIREITO E CIDADANIA: Violência sexual contra crianças e adolescentes NO BRASIL
-
Brasil2 semanas atrásCandidatura bolsonarista trata prisão de Cláudio Castro como questão de tempo após avanço das investigações da PF
-
Iguatu2 semanas atrásTRE-CE admite parcialmente recurso sobre cassação em Iguatu e caso deve chegar ao TSE

