Noticias
Lula sanciona lei que aumenta rigor no combate ao crime organizado
O presidente Lula (PT) sancionou um projeto de lei que endurece o combate ao crime organizado e amplia a proteção de agentes públicos envolvidos nessa área. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (30) e estabelece novas medidas legais para coibir ações que dificultem ou retardem investigações contra organizações criminosas.
A lei define duas novas modalidades de crime: obstrução de ações contra o crime organizado e conspiração para obstrução dessas ações, com penas que variam de 4 a 12 anos de reclusão, além de multa. Também altera o artigo 288 do Código Penal, responsabilizando quem encomendar crimes a integrantes de associações criminosas, com pena de um a três anos de reclusão.
Além disso, a legislação atualiza a proteção a magistrados, membros do Ministério Público e seus familiares, estendendo a segurança também a integrantes aposentados desses órgãos. O artigo 2º da Lei das Organizações Criminosas (nº 12.850/2013) foi modificado para punir quem obstrua investigações envolvendo organizações criminosas, com penas de três a oito anos de reclusão, caso o fato não constitua crime mais grave.
-
Brasil7 dias atrásMoraes acusa Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade e pede providências a Fachin
-
Brasil7 dias atrásPESQUISAS – Ciro ainda lidera, mas Elmano encurta a distância em ritmo acelerado”.
-
Curiosidades6 dias atrásMaturidade, e não criação, pode explicar comportamento de quem nasceu entre 1955 e 1978
-
Brasil6 dias atrásConselho Nacional de Política Cultural recebe inscrições até 22 de setembro
-
Ceará6 dias atrásEquipe conquista ouro na Olimpíada de História em homenagem a estudante cearense em tratamento contra câncer
-
Brasil6 dias atrásBanco do Nordeste terá R$ 60,9 bilhões para financiar projetos em 2027
-
Entretenimento6 dias atrásRock in Rio 2026: veja as principais mudanças e novidades na Cidade do Rock
-
Brasil6 dias atrásQuase 2 milhões de brasileiros trabalham por meio de aplicativos, aponta IBGE
