Noticias
Lula sanciona lei que aumenta rigor no combate ao crime organizado
O presidente Lula (PT) sancionou um projeto de lei que endurece o combate ao crime organizado e amplia a proteção de agentes públicos envolvidos nessa área. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (30) e estabelece novas medidas legais para coibir ações que dificultem ou retardem investigações contra organizações criminosas.
A lei define duas novas modalidades de crime: obstrução de ações contra o crime organizado e conspiração para obstrução dessas ações, com penas que variam de 4 a 12 anos de reclusão, além de multa. Também altera o artigo 288 do Código Penal, responsabilizando quem encomendar crimes a integrantes de associações criminosas, com pena de um a três anos de reclusão.
Além disso, a legislação atualiza a proteção a magistrados, membros do Ministério Público e seus familiares, estendendo a segurança também a integrantes aposentados desses órgãos. O artigo 2º da Lei das Organizações Criminosas (nº 12.850/2013) foi modificado para punir quem obstrua investigações envolvendo organizações criminosas, com penas de três a oito anos de reclusão, caso o fato não constitua crime mais grave.
-
Iguatu1 semana atrásEXCLUSIVO: Fumaça, barulho e relatos de doenças: por que fundição segue operando em bairro residencial de Iguatu?
-
Mundo1 semana atrásSenado dos Estados Unidos barra proposta para restringir poderes de Donald Trump na guerra contra o Irã
-
Noticias1 semana atrásCâmara aprovou projeto de lei que autoriza a venda de medicamentos em redes de supermercados
-
Noticias1 semana atrásEstudo alerta para risco de desaparecimento de espécie exclusiva do Cariri cearense
-
Ceará1 semana atrásCeará registrou chuvas em mais de 110 municípios no intervalo de 24 horas
-
Noticias1 semana atrásBolão registrado em Eusébio leva prêmio de R$ 158 milhões na Mega-Sena
-
Noticias1 semana atrásCeará ocupa a 3ª posição no Nordeste em número de cidades com shopping centers
-
Economia1 semana atrásFiscalização das movimentações via Pix ainda gera dúvidas entre os contribuintes

