Brasil
Após falas de associação de vacina contra a covid e HIV, deputados pedem no STF investigação de Bolsonaro
Deputados do PSOL e do PDT entraram com uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seja investigado por associar a vacina contra a Covid-19 com o risco de desenvolver a Aids. A falsa associação foi feita pelo presidente em uma live nas redes sociais na última quinta-feira.
A declaração feita por Bolsonaro levou o Facebook a tirar o vídeo do ar. Essa é a primeira vez que a rede social retira do ar uma live do presidente.
Na ação encaminhada ao STF, os parlamentares afirmaram que as mentiras propagadas por Jair Bolsonaro configuram crime e são um desrespeito com os brasileiros que perderam familiares para a doença.
“O Presidente da República mentir sobre a vacinação, além de um ato criminoso, é um absoluto desrespeito para com o país e com as famílias enlutadas”, diz o comunicado publicado pelo PSOL.
A ação dos deputados aponta violações como infração de medida sanitária preventiva e perigo para a vida ou saúde de outrem, crime de responsabilidade e infração ao princípio da moralidade.
No vídeo, Bolsonaro mencionou uma notícia falsa dizendo que relatórios oficiais do Reino Unido teriam sugerido que pessoas totalmente vacinadas estariam desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, causada pelo vírus HIV, “muito mais rápido do que o previsto”. A comunidade médica reagiu às alegações do presidente, desmentindo suas afirmações, classificadas como fake news.
A CPI da Covid decidiu incluir no relatório final a declaração falsa de Bolsonaro. Segundo o parlamentar, um ofício proposto pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) será encaminhado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, para comunicá-lo sobre reincidência de prática criminosa e propor providências, entre elas a retratação do presidente em suas redes sobre a declaração que associa a imunização contra a Covid-19 à Aids.
Fonte: Ceará Agora
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