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Fiscalização das movimentações via Pix ainda gera dúvidas entre os contribuintes

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A fiscalização das movimentações via Pix ainda gera dúvidas entre os contribuintes, especialmente no período de entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026. Muitos questionam como essas transações são analisadas e se podem resultar em cobrança de impostos ou fiscalização direta por parte do fisco.

Na prática, os valores recebidos e enviados por meio do Pix são acompanhados da mesma forma que outras operações bancárias, como gastos com cartão de crédito, TED, DOC e depósitos. As instituições financeiras são obrigadas a encaminhar periodicamente essas informações à Receita Federal do Brasil, conforme explica Alessandra Varela, do Conselho Regional de Contabilidade do Ceará.

Durante o processamento das declarações, a Receita cruza os dados fornecidos pelos bancos com a renda informada pelo contribuinte. Caso sejam identificadas movimentações muito superiores aos rendimentos declarados, podem ser gerados alertas automáticos de inconsistência, resultando em pedido de esclarecimento ou até inclusão na malha fiscal para uma apuração mais detalhada.

Especialistas ressaltam, no entanto, que o envio dessas informações não significa que cada transação será analisada individualmente. Os dados são repassados de forma consolidada por CPF ou CNPJ, por meio do sistema e-Financeira. Também é importante destacar que o monitoramento do Pix não tem finalidade de criar um novo imposto, já que a Constituição Federal proíbe a tributação sobre esse tipo de movimentação. Recentemente, inclusive, a Receita ampliou a lista de instituições obrigadas a prestar informações, passando a incluir fintechs e plataformas digitais.

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