Brasil
Universidades públicas sofrem com ataques de milicianos no Rio
A violência dos milicianos na zona oeste do Rio de Janeiro na segunda-feira (23) afetou o transporte público e prejudicou as universidades públicas na região metropolitana nesta terça-feira (24). Algumas instituições suspenderam as aulas presenciais e outras adotaram o trabalho remoto para evitar riscos à comunidade acadêmica.
A Uerj cancelou as aulas no campus Zona Oeste e abonou as faltas nas demais unidades. A Unirio também paralisou as atividades presenciais e manteve apenas os serviços essenciais. A UFRRJ optou pelo trabalho remoto e reagendou as avaliações acadêmicas.
A UFRJ não suspendeu as aulas, mas anunciou que todas as faltas seriam abonadas e que haveria segundas chamadas para as avaliações dos alunos que moram nas áreas afetadas pelos ataques. A universidade disse ainda que iria elaborar um plano de contingência.
Essas medidas foram tomadas para preservar a segurança e o bem-estar dos estudantes, servidores e colaboradores das universidades públicas, que foram impactados pela ação criminosa dos milicianos na zona oeste do Rio de Janeiro.
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