Brasil
Perito de morte de JK vai processar presidente da Comissão da Verdade de SP
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O carro que transportava o ex-presidente Juscelino Kubitschek ficou destruído após colidir com um ônibus na rodovia que liga o Rio de Janeiro a São Paulo (Foto:Reprodução)[/caption]Ele que considerou o acidente na Via Dutra como “complô e atentado político”

O carro que transportava o ex-presidente Juscelino Kubitschek ficou destruído após colidir com um ônibus na rodovia que liga o Rio de Janeiro a São Paulo (Foto:Reprodução)
O principal perito oficial do acidente de carro que resultou na morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, Sérgio de Souza Leite, vai processar o presidente da Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo, vereador Gilberto Natalini (PV), por calúnia e difamação. Leite informou ao Correio, ontem, que já contratou uma advogada para ficar responsável pela ação, que tramitará na esfera civil. Natalini e os integrantes do colegiado paulistano produziram um documento, em 9 de dezembro deste ano, com 90 indícios no qual “declaram o assassinato de Juscelino Kubitschek de Oliveira, vítima de conspiração, complô e atentado político na Rodovia Presidente Dutra, em 22 de agosto de 1976”. O relatório ainda “considera nula a causa mortis oficial, forjada no período da ditadura militar, segundo a qual o ex-presidente da República perdeu a vida em consequência de acidente de trânsito, durante viagem de São Paulo para o Rio de Janeiro”.
A advogada Tomomi Sagae Dumans, defensora de Sérgio Leite, afirmou que, pelo que já analisou sobre o caso, cabe processo contra as pessoas que denegriram a “reputação profissional” do perito. “A Comissão da Verdade de São Paulo fala em crime de falsa perícia, que teria sido forjada. Isso é calúnia e difamação contra a função de perito. Nós temos agora seis meses (para tomar uma iniciativa), que é o período entre o conhecimento da autoria e do fato”, explica, sem precisar a data que a ação será movida.
Leite avalia que a comissão não poderia ter elaborado o documento “sem ter ideia do que foi produzido anteriormente”. Ele refere-se ao trabalho do médico legislativo Márcio Alberto Cardoso, que exumou o corpo do motorista do ex-presidente Geraldo Ribeiro em 1996 e concluiu que o objeto metálico encontrado no crânio dele era um prego do caixão e não um projétil, e da comissão especial criada pela Câmara dos Deputados em 2001, que concluiu que a morte de JK foi consequência de um acidente de carro e não de conspiração.
Fonte: Correio Braziliense
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