Política
Projeto de periculosidade é finalmente aprovado e servidores lotam Câmara de Iguatu

Os servidores municipais de Iguatu, ainda de greve, tomaram a plateia da Câmara de Vereadores durante a realização da sessão ordinária nessa quinta, 11/06, que previa a votação do projeto de adicional de periculosidade em 30% aprovado por unanimidade.

Os servidores municipais de Iguatu, ainda de greve, tomaram a plateia da Câmara de Vereadores durante a realização da sessão ordinária nessa quinta, 11/06, que previa a votação do projeto de adicional de periculosidade em 30% aprovado por unanimidade.
Por decisão da mesa diretora o projeto do Poder Executivo que propõe incentivo financeiro a quadrilhas juninas foi retirado e será votado na próxima terça-feira. A diretoria justificou que não havia urgência na matéria e sim, o projeto que beneficiaria os servidores. Alguns jovens que estavam na plateia saíram insatisfeitos com o posicionamento adotado.

Foi aprovado por unanimidade o projeto indicativo do vereador Rômulo Fernandes que estabelece a cessão de prédios públicos municipais que estejam em desuso a associações de moradores, igrejas e entidades por um prazo de 05 anos para que as mesmas devam zelar pelo imóvel. Ainda de autoria de Rômulo foi aprovado com votos contrários da bancada de governo o projeto que sugeri a extinção do conselho de gestão municipal.
O momento mais esperado pelos presentes foi a votação do adicional pelo exercício da atividade perigosa ou penosa dos servidores públicos efetivos de Iguatu em 30% sobre o salário-base.
Aprovado o projeto indicativo de Joaquim Ribeiro que reduz em 25% a carga horária dos servidores públicos municipais estáveis que possuam dependente portador de deficiência física ou mental sem prejuízos salariais.
Já a matéria de Marconi Filho e Cida Albuquerque que estabeleceria regras para a eleição de diretor escolar na rede municipal foi rejeitado pelo grupo de situação. Durante a discussão o vereador proponente Marconi pediu a retirada do projeto por perceber a recusa, e no mesmo instante pediu que seguisse para votação.

O presidente da Câmara, Rubenildo Cadeira também teve matéria de sua autoria rejeitada, o projeto previa a isenção do IPTU para pessoas que possuíam imóveis cujo valor venal seja igual ou inferior a R$30.000,00 (trinta mil reais); aos que possuam um só imóvel e tenha renda mensal igual ou inferior a R$500,00 (quinhentos reais), e entidades religiosas.
A sessão seguiu com depoimentos de sindicalistas e servidores sobre a greve geral e com número reduzido de parlamentares no plenário pela ausência de alguns governistas.
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