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A taxa de mortalidade por aids no Ceará diminui de 3,2 para 2,2 ao longo de 10 anos
O Ceará registrou o segundo maior aumento na taxa de pessoas vivendo com HIV ou aids entre 2023 e 2024. Os percentuais mais elevados foram observados no Mato Grosso do Sul (16,2%), seguido pelo Ceará (12,1%) e pelo Amapá (9,2%). Apesar disso, a taxa de mortalidade padronizada por 100 mil habitantes apresentou queda, passando de 3,2 para 2,2 entre 2014 e 2024, conforme dados do Boletim Epidemiológico – HIV e Aids 2025, divulgado recentemente pelo Ministério da Saúde.
Ainda assim, o Estado figura entre aqueles com melhor desempenho no panorama nacional. De 2020 a 2024, o Ceará registrou o sexto menor índice composto, alcançando 4,6, de acordo com o boletim do Ministério da Saúde.
Esse índice composto é uma ferramenta que avalia o desempenho das Unidades Federativas, capitais e municípios com 100 mil habitantes ou mais, considerando um conjunto de indicadores selecionados para monitorar a resposta à epidemia de HIV e aids.
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