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Estudo encontra evidências sobre a formação das primeiras galáxias
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Imagem de multicomprimento de onda, com cores falsas, mostra a galáxia-anã Sextans A. Os pontos em vermelho representam a emissão de poeira em infravermelho, o azul, a emissão de gás de hidrogênio atômico, e o verde, a emissão de ultravioleta longíquo de estrelas recém-formadas (Foto: Yong Shi/Nature)[/caption]
Cientistas chineses e americanos publicaram nesta semana na revista “Nature” um novo estudo que lança luz sobre como se formaram as primeiras galáxias do Universo, um dos mistérios que ainda não foram desvendados pela astrofísica moderna.

Imagem de multicomprimento de onda, com cores falsas, mostra a galáxia-anã Sextans A. Os pontos em vermelho representam a emissão de poeira em infravermelho, o azul, a emissão de gás de hidrogênio atômico, e o verde, a emissão de ultravioleta longíquo de estrelas recém-formadas (Foto: Yong Shi/Nature)
Cientistas chineses e americanos publicaram nesta semana na revista “Nature” um novo estudo que lança luz sobre como se formaram as primeiras galáxias do Universo, um dos mistérios que ainda não foram desvendados pela astrofísica moderna.
O grupo, liderado por Yong Shi, da Universidade de Nanquim, na China, se valeu de observações de galáxias próximas, pobres em elementos metálicos, para chegar à conclusão sobre os mecanismos que originaram as estruturas estelares primitivas.
Os metais – elementos mais pesados que o hélio – facilitam o esfriamento do gás interestelar, o que permite que aconteçam as condições apropriadas para a formação de estrelas.
Esses elementos ficam no interior dos corpos celestes, por isso, um dos maiores desafios da astrofísica é explicar como surgiram as primeiras galáxias em um ambiente extremamente pobre em metais.
Para compreender esses processos, Shi e seus colegas observaram através do telescópio espacial Herschel a Sextans A, uma galáxia anã irregular localizada a 4,5 milhões de anos-luz da Terra, e a ESO 146-G14, uma formação elíptica a 73,3 milhões de anos-luz.
Ambiente não favorável
A partir do estudo de sete aglomerados estelares nessas galáxias, os cientistas determinaram que a formação de estrelas é pouco eficiente nessas condições. Além disso, o grupo de Shi detectou uma maior quantidade de luz infravermelha do que era previsto pela teoria para esse tipo de galáxias, o que poderia indicar a presença de mais pó e gás interestelar do que se esperava.
“Compreender a formação estelar em pequenas galáxias de nosso entorno nos permite aprofundar no estudo da formação estelar do Universo originário”, ressaltou na revista “Nature” o americano Bruce Elmegreen, coautor da pesquisa.
A Sextans A e a ESO 146-G14 “são exemplos de como deveriam ser as galáxias durante os primeiros bilhões de anos depois do Big Bang”, destacou o investigador do Watson Research Center.
O cientista americano explicou que, enquanto a formação de galáxias como a Via Láctea foi amplamente estudada, a compreensão sobre a formação de estruturas menores e mais distantes ainda esconde segredos para os cientistas.
Fonte: G1
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