Regional
21 municípios do Interior do Ceará só têm abastecimento de água até o fim deste mês

Mesmo com um prognóstico positivo do trimestre de fevereiro a abril, conforme a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), a preocupação com o abastecimento nos municípios da Região Metropolitana de Fortaleza e no Interior é grande. Segundo estudo elaborado do Grupo de Contingência do Governo do Estado, dos 184 municípios, um total de 39 chegou ao início de 2018 em situação de criticidade considerada alta ou média, com abastecimento realizado em regime de contingência.
O levantamento do Grupo aponta que 21 municípios estão com abastecimento somente até o dia 31 de janeiro e outras 18 cidades com abastecimento assegurado até fevereiro.
De acordo com o levantamento, outros 31 municípios encontram-se em situação de alerta, visto que só possuem garantia de água até o mês de março ou abril, quando estaremos no meio d a quadra chuvosa deste ano. As demais localidades, somadas as nove abastecidas pelo sistema integrado da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), encontram-se sem risco de desabastecimento ou operando a partir de ações decididas pelo Grupo de Contingência do Estado.
O diretor de unidade de negócio do Interior da Companhia de Água e Esgoto do Estado do Ceará (Cagece), Helder Cortez, destaca que o abastecimento está sendo priorizado nas 21 cidades que estão em alta criticidade. “Vamos criar diferentes ações. Prolongamos o fornecimento de água em sete localidades até março. Outras 14 serão beneficiadas até o dia 27 (hoje)”
Ainda segundo Cortez, de início, 21 cidades iriam entrar em situação crítica a partir do dia 31 de janeiro, mas ocorreram algumas intervenções. “Das 21, temos 14 que pertencem à Cagece e sete que ao Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae). Das 14 de responsabilidade da Companhia, conseguimos melhorar o abastecimento em sete cidades e estamos nesses sete últimos dias do mês que nos resta resolvendo os problemas das demais, assim como as do Saae”.
Ações emergenciais
Em nota, a SRH diz que “há um grupo de gestores dos órgãos do sistema hídrico que define as ações emergenciais conforme a criticidade. É avaliada a possibilidade de uso de água subterrânea por meio da perfuração de poços, a necessidade de adução de água de reservatórios localizados em outros municípios, entre outras ações”.
O fato é que cada caso é analisado individualmente e as decisões tomadas por esse colegiado são direcionadas para cada município ou região isoladamente. Além disso, nesse período do ano, a condição de abastecimento de água sofre a interferência das chuvas da chamada pré-estação, o que pode ocasionar a diminuição do nível de criticidade do abastecimento em algumas regiões do Estado.
Fonte: Diário do Nordeste
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