Ceará
17 de junho será lembrado, no Ceará, em cerimônia com participação do Conpam, Funceme e SDA
O Dia Mundial de Combate à Desertificação é celebrado em 17 de junho. Através de mensagens enviadas aos órgãos envolvidos nessa luta, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), Luc Gnacadja, destacam que, nos últimos 25 anos, o planeta tornou-se mais propenso à seca assim como as estiagens tendem a se tornar mais generalizadas, intensas e freqüentes, como resultado das mudanças climáticas.
O Dia Mundial de Combate à Desertificação é celebrado em 17 de junho. Através de mensagens enviadas aos órgãos envolvidos nessa luta, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD), Luc Gnacadja, destacam que, nos últimos 25 anos, o planeta tornou-se mais propenso à seca assim como as estiagens tendem a se tornar mais generalizadas, intensas e freqüentes, como resultado das mudanças climáticas.
Os textos citam países de todos os continentes como vítimas da aridez intensa da terra. E o Brasil está nessa lista. As Nações Unidas convocam as populações a atenderem a chamada da Conferência Rio +20, realizada no ano passado, alertando sobre a importância do desenvolvimento sustentável como forma de evitar e compensar a degradação do solo.
Neste ano, o tema do Dia Mundial de Combate à Desertificação é “Não Deixe o nosso Futuro Secar”. A data busca sensibilizar o planeta para a problemática que, segundo a ONU, afeta mais vidas do que qualquer outro desastre. Desde 1979, mais de 1,6 bilhão de pessoas foi vítima das secas.
Segundo Gnacadja, a situação é mais grave do que muitos pensam, mas há soluções. “Globalmente, mais de um bilhão de pessoas vive sob severas restrições de água. Em 2030, metade da população mundial vai sofrer esse destino, a menos que ajamos com urgência”. Ele lembra que comunidades afetadas no Níger e em Burkina Faso investiram em sistemas agroflorestais e protegeram mais de 5 milhões de hectares de terras desde 1975. “Nesse período, moradores do Níger viram um aumento substancial do lençol freático, algo em torno de 14 metros, e ficaram menos vulneráveis às mais recentes secas na região. Investir na nossa resiliência custa hoje uma fração dos custos de socorro que vamos pagar amanhã”, finaliza o secretário da UNCCD.
Ceará
No Ceará, foram identificadas três Áreas Susceptíveis à Desertificação (ASDs), envolvendo mais de 15 municípios das regiões dos Inhamuns, Jaguaribana e Centro Norte do Estado. Instituições cearenses organizam ações e realizam trabalhos buscando mitigar os efeitos desse desastre natural. Essas ações serão apresentadas no Dia Mundial de Combate à Desertificação, 17 de junho, às 14h, no Complexo das Comissões da Assembleia Legislativa do Ceará (Av. Desembargador Moreira, 2807 – Bairro Dionísio Torres).
O evento reúne técnicos especialistas nessa temática e projetos que se encontram em desenvolvimento no Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam), na Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e na Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA). Na ocasião será Lançado o Livro “Levantamento de reconhecimento de média intensidade dos solos – Mesorregião do Sul Cearense”, publicado pela Funceme.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Funceme
Guto Castro Neto – (85) 8814-4194
15 de junho de 2013
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