Saúde
MORTALIDADE INFANTIL: Ações de saúde reduziram em quase 40% o óbito entre as crianças no Brasil
A redução da mortalidade infantil foi um dos fatores que influenciaram a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do Brasil. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O PNUD destacou que 50% dos municípios brasileiros cumpriram o Objetivo do Milênio de registrar a taxa de mortalidade menor do que 17 mortes por mil nascidos vivos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, conta que as ações de saúde ajudaram a reduzir a mortalidade infantil.
A redução da mortalidade infantil foi um dos fatores que influenciaram a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do Brasil. A informação foi divulgada nesta segunda-feira pelo PNUD, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O PNUD destacou que 50% dos municípios brasileiros cumpriram o Objetivo do Milênio de registrar a taxa de mortalidade menor do que 17 mortes por mil nascidos vivos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, conta que as ações de saúde ajudaram a reduzir a mortalidade infantil.
“Nesses anos as ações de saúde em todo o Brasil reduziram em quase 40% o óbito entre as crianças, a taxa de mortalidade infantil. E aumentou também em quase 10 anos a mais o tempo em que o brasileiro e a brasileira vivem, ou seja: doenças que matavam mais rapidamente passaram a ser curadas ou controladas como a hipertensão, o diabetes, com os medicamentos de graça na farmácia popular, e com isso a população brasileira vive por um período maior, mais tempo de vida também.”
O ministro da Saúde destaca ainda os principais motivos da queda da mortalidade infantil no Brasil.
“Em primeiro lugar, a ampliação do atendimento em todo o Brasil, sobretudo, nos trabalhos das equipes da saúde da família, dos agentes comunitários de saúde. Isso teve um impacto muito positivo em reduzir a mortalidade infantil. Uma outra ação é a ampliação da vacinação. Nós incorporamos agora nos últimos três anos todas as vacinas que estavam nas clínicas privadas agora estão disponíveis para as crianças no Sistema Único de Saúde.”
A estratégia Rede Cegonha do Ministério da Saúde, lançada em 2011, também contribuiu para diminuir a mortalidade infantil. O programa prevê a assistência integral à saúde de mães e filhos, desde o pré-natal até os dois anos de vida do bebê. A estratégia prevê o investimento de mais de nove bilhões de reais até 2014.
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