Brasil
Mais de 48 milhões de imóveis em todo País foram vistoriados no combate ao Aedes aegypti
Mais de 48 milhões de imóveis em todo o Brasil foram vistoriados por agentes de saúde e militares para identificar focos de Aedes aegypti e orientar a população sobre as medidas de combate ao mosquito.
Entre o início de janeiro e o dia 29 de fevereiro, as equipes visitaram 59 milhões e 600 mil prédios públicos, residências, estabelecimentos comerciais e industriais. Desse total, 11 milhões e 300 mil foram visitados, mas ou estavam fechados ou os moradores se recusaram a receber os agentes.
Os números fazem parte do balanço do Ministério da Saúde sobre a primeira fase da mobilização nacional para o combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da chicungunya e do Zika vírus. A segunda etapa de mobilização começou em primeiro de março.
Neste primeiro ciclo, as visitas contaram com a presença diária de cerca de 266 mil agentes comunitários de saúde e de 46 mil agentes de controle de endemias, além do apoio de equipes militares.
Durante as visitas, um milhão e 600 mil imóveis apresentaram focos do mosquito, o que representa 3,36% do total de vistoriados. A meta agora é reduzir esse índice para menos de 1% de imóveis com infestação de Aedes.
Dez estados superaram as suas metas de visitação. Proporcionalmente, Pernambuco foi o que mais realizou visitas, com mais de cinco milhões de imóveis. Rondônia está em segundo lugar, com 789 mil. Mato Grosso do Sul foi o terceiro em alcance percentual de imóveis, atingindo 1 milhão de unidades.
Em relação ao número absoluto de visitas, Minas Gerais manteve a liderança entre os estados, com sete milhões e 900 mil visitas. São Paulo aparece em seguida, com seis milhões e 200 mil estabelecimentos visitados.
A melhor forma de combater o Aedes aegypti é não deixar o mosquito nascer. Por isso, o governo federal convocou um esforço nacional para que todas as casas do país sejam visitadas para eliminação dos criadouros.
Vale lembrar que, desde 1º de março, o governo federal autoriza a entrada forçada de agentes públicos de combate ao Aedes em imóveis públicos ou particulares que estejam abandonados, ou em locais com potencial existência de focos, no caso de ausência de pessoa que possa permitir o acesso ao local.
Para saber mais, acesse: combateaedes.saude.gov.br
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