A paralisação se dá em virtude da categoria está insatisfeita com a falta de negociações com a Coelce. Segundo Joélbia Maia, diretora do Sindeletro as queixas da categoria se firmam em três principais pontos

Corte do adicional de periculosidade, equivalente a 30% do salário, aumento no valor pago pelos funcionários para ter cobertura do plano de saúde, que segundo eles aumentou em 17% e por último os lucros exorbitantes que a companhia teve , cerca de 132 milhões de reais, somente no primeiro trimestre deste ano , o que não se refletiu na melhoria das condições de trabalho para os funcionários.

Os funcionários estão paralisados na capital e no interior. Em Iguatu na manhã desta terça-feira, 30/06,os funcionários ficam paralisados até meio-dia. Segundo Luiz Manuel, outro diretor do Sindeletro, as atuais reclamações dos usuários com relação a qualidade do serviço prestado à comunidade já é uma reflexão das péssimas condições de trabalho oferecidas pela companhia de energia. Segundo ele, esta é uma  paralisação de advertência e as atividades de campo não foram prejudicadas.

Caso não se chegue a um acordo o sindicato dos eletricitários informa que deva haver uma greve.  A Coelce afirma que o pagamento do adicional de periculosidade já está de acordo com a atual regulamentação. A empresa não se pronuncia sobre a alta no plano de saúde e não comenta sobre a proposta de negociação. A partir das 13h os funcionários voltam as suas atividades.