Brasil
Estudantes da USP ocupam prédio da reitoria em protesto contra calendário acadêmico
Após a reitoria da USP anunciar que não mudaria o calendário acadêmico e que os grevistas poderiam ser reprovados, estudantes em greve ocuparam o prédio da administração central da universidade. A ocupação conta com alunos da FFLCH, da FAU e da EACH, que estão sem aulas. Outros cursos apoiam, mas não aderiram à greve.
A greve dos estudantes começou na FFLCH em 19 de setembro e se espalhou por outros institutos. Eles reivindicam a contratação de mais professores. A greve já dura cinco semanas. A reitoria informou que, após a sexta semana, não haverá reposição de aulas. O calendário acadêmico termina em 22 de dezembro.
A Adusp, associação dos docentes da USP, se indignou com o comunicado da reitoria e pediu sua revogação ao Conselho de Graduação. Segundo a Adusp, o comunicado é uma retaliação aos estudantes, pois dificulta a reposição de aulas e reduz a frequência, podendo causar reprovações injustas.
A USP é a maior universidade pública do Brasil e enfrenta uma crise financeira e administrativa. A greve dos estudantes é um reflexo dos problemas que afetam a qualidade do ensino e da pesquisa na instituição.
Ouça nosso Podcast!
-
Brasil6 dias atrásGoverno federal cria medidas para combater cambismo digital e garantir água gratuita em eventos
-
Ceará6 dias atrásPesquisa da UFC identifica presença de bisfenóis em caranguejos de manguezais no Ceará
-
Noticias6 dias atrásMorre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Júnior, ícone da televisão Brasileira
-
Brasil4 dias atrásConselho Nacional de Política Cultural recebe inscrições até 22 de setembro
-
Brasil5 dias atrásBrasil terá Japão e Singapura como adversários em amistosos de novembro
-
Brasil5 dias atrásPESQUISAS – Ciro ainda lidera, mas Elmano encurta a distância em ritmo acelerado”.
-
Brasil5 dias atrásMoraes acusa Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade e pede providências a Fachin
-
Mundo6 dias atrásCardiologia mundial redefine conceito de infarto e alerta: exame de sangue isolado não basta para diagnóstico
