Policial
Com fim da greve da Polícia Civil, atividades começam a normalizar
Categoria agora quer que diálogo com o Governo do Estado seja retomado. Desde ontem, atendimento em delegacias tem sido retomado
Após 18 dias em greve e acampados em frente ao Palácio da Abolição, policiais civis do Ceará encerram o movimento e começam a retomar as atividades paralisadas, como registros de Boletim de Ocorrência (B.O) e investigações de homicídios, por exemplo.
Contudo, categoria destaca que ainda não houve acordo com o Governo do Estado. Além de resposta à solicitação do Ministério Público do Trabalho (MPT-CE), o encerramento da greve — decidido em assembleia na noite da última segunda-feira, 14 — foi justamente “pedido do Governo” para retomar o diálogo e fechar a negociação, segundo o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Ceará (Sinpol-CE), Francisco Lucas.
Nesta quarta-feira, 16, o Sinpol encaminha ao governador Camilo Santana (PT) ofício informando o fim da paralisação e solicitando a abertura do diálogo prometido pelo Estado. “A categoria entendeu por bem dar esse voto de confiança ao Governo e agora quer que ele cumpra sua parte”, afirmou Francisco.
O POVO entrou em contato com a Casa Civil para saber o posicionamento do Estado diante do encerramento da greve dos policiais civis, mas o órgão informou que, no momento, não se manifestaria.
Demandas
Reconhecimento de nível superior para os profissionais, melhorias nas condições de trabalho e nomeação imediata de novos inspetores e escrivães são algumas das pautas que devem continuar a nortear as reuniões entre policiais civis e Governo do Estado.
O Governo do Estado já havia afirmado que implementou plano de cargos e carreiras que impactou em 25% no orçamento da Polícia Civil. “A lei que ele criou foi uma de promoção que afetou, em termos de ganho, quem tá com 15 anos ou mais de polícia”, rebateu Francisco Lucas, que não deixa de comemorar a conquista.
Saiba mais
Com a retirada do acampamento de policiais civis em frente ao Palácio da Abolição, foi liberado o trânsito na avenida Barão de Studart.
Sinpol alega que se não tivesse vazado áudio em que o delegado geral da Polícia Civil, Andrade Júnior, chamou os grevistas de “pilantras”, a paralisação teria se encerrado antes.
Dias após a declaração o governador Camilo Santana e o delegado Andrade Júnior se desculparam pelo termo utilizado para se referir aos policiais.
A partir de agora a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-CE) vai tentar mediar o diálogo entre o Sinpol e o Governo.
Fonte: O Povo
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