Economia
China amplia restrições a criptomoedas e Bitcoin tem nova queda; entenda
A decisão da China de ampliar restrições às moedas digitais gerou uma nova ansiedade no mercado mundial nesta quarta-feira (19). O Bitcoin e outras criptomoedas despencaram, levando a primeira a uma queda de 10%.
Conforme a Coindesk, a queda do Bitcoin fez com que a moeda tenha sido negociada a US$ 38.044, o menor valor desde fevereiro. Além disso, uma queda de 36% foi apresentada desde o último recorde, de US$ 63.347 no mês de abril.
O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM AS CRIPTOMOEDAS?
A queda do Bitcoin, entretanto, não é algo novo. A declaração do CEO da Tesla, Elon Musk, que falou sobre o impacto ambiental da mesma já havia abalado o mercado financeiro.
Agora, o anúncio de um trio de órgãos fiscais chineses voltou a fomentar o abalo. A medida pede que instituições financeiros e empresas de pagamento não participem de transações relacionadas a criptomoedas, nem forneçam serviços desse tipo aos clientes.
A relação conflituosa da China com as criptomoedas é antiga. Em 2013, o país já havia declarado que o Bitcoin, por exemplo, não era uma moeda real.
Na ocasião, as autoridades citaram o risco de a moeda ser usada para lavagem de dinheiro e afirmaram que a decisão de proibir as negociações por instituições também tinha como objetivo proteger o Yuan.
Já em 2017, as autoridades chinesas baniram as ofertas iniciais de moedas. Antes, essa era uma forma de startups de tecnologia arrecadarem dinheiro.
CRIPTOMOEDAS EM BAIXA
Assim como o Bitcoin, outras criptomoedas caíram nesta quarta (19). O Ethereum, por exemplo, despencou 14%, passando a ser negociado a US$ 2.978, com uma diminuição de 31% do pico da semana passada.
As quedas já haviam sendo constantes desde que Elon Musk suspendeu a regra de que a montadora elétrica dele poderia aceitar Bitcoin na compra de carros.
No geral, a queda registrada da moeda em específico foi de 12%. Já o Dogecoin, que via em Musk o maior defensor, caiu logo após brincadeira do empresário em um programa de televisão.
Fonte: Diário do Nordeste
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