Iguatu
Atleta iguatuense de jiu-jítsu busca apoio para competir na Europa
Sem importar a modalidade, seja esporte coletivo ou individual, o fato é que atletas enfrentam inúmeras dificuldades para manter vivo o sonho de viver do esporte ou seguir praticando a modalidade entre adeptos de referência pelo motivo de representar sua equipe e a cidade.
Alimentado por esses dois motivos é que Erison Henrique, 20, enfrenta as limitações para continuar frequentando academias para treinar e garantir participação em competições de jiu-jítsu em nível de região, no Ceará, outros estados e agora em solo europeu.
Para competir em Lisboa-Portugal, de 16 a 21 de janeiro de 2018, o jovem atleta da arte marcial genuinamente brasileira terá como fatores desafiadores antes de seus oponentes: a falta de dinheiro para custear passagens, hospedagem e outros gastos nos deslocamentos, que, segundo ele, giram em torno de R$ 3 mil. “É sempre muito difícil, muitas vezes cotizamos as despesas com outros amigos que disputam junto comigo as competições. Mas nem sempre isso é possível”, lamentou.
Assim como Henrique, seus colegas de academia capitaneada pelo professor André Ribeiro da Ar Team Academia, credenciada pela equipe Gc Pepey do Mestre Pepey lutador do UFC, também buscam patrocínio junto da inciativa pública e privada para seguirem à terra dos irmãos colonizadores e assim oferecerem tudo de si e representarem as cores da bandeira de Iguatu. “A vontade não é só minha, mas sim de todos meus colegas. Estamos fazendo campanha, buscando apoiadores da causa. E assim trazermos como retorno uma medalha”, adiantou.
Há cinco anos praticando o esporte, o faixa azul Erison conseguiu marcas como de Campeão Open Juazeiro 2015, Campeão Open Cariri 2015 e 2016, Campeão Open Banabuiú 2013 e 2015, segundo lugar no Campeonato Nordeste CBJJ 2014, segundo lugar na Copa AR Team 2014, terceiro lugar no Campeonato Interno G.C Pepey 2015, campeão absoluto open Iguatu 2017 e terceiro lugar no open Iguatu 2017.
Transformação
Para Henrique, o esporte tornou-se no seu meio uma ferramenta de transformação. “Eu era um adolescente obeso quando conhecei o esporte. Hoje mantenho minha saúde graças ao jiu-jitsu. Vi de perto várias histórias de transformação, de pessoas que estavam prestes a entrar no meio do crime e viram na nossa arte um refúgio, e hoje são verdadeiros exemplos de vida”, disse.
Para ajudar
Facebook – Erisson Oliveira
Instaram – @erisson.oliveira.399
WhatsApp – (88) 9.9905-4075
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