Saúde
TUBERCULOSE: Teste rápido deve estar disponível em todo o país até final do ano
A tuberculose pulmonar é uma doença silenciosa e de fácil transmissão. A principal forma de contágio é pela respiração. Se não for tratada, pode causar a morte. Por isso, é muito importante iniciar o tratamento rapidamente. Pensando nisso, técnicos do Ministério da Saúde já implantaram no Rio de Janeiro e em Manaus o novo teste gratuito que permite o resultado em apenas duas horas. A intenção é que esse método de diagnóstico seja realizado em todo o país até o final do ano. O coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Dráurio Barreira, explica a importância do diagnóstico precoce.
A tuberculose pulmonar é uma doença silenciosa e de fácil transmissão. A principal forma de contágio é pela respiração. Se não for tratada, pode causar a morte. Por isso, é muito importante iniciar o tratamento rapidamente. Pensando nisso, técnicos do Ministério da Saúde já implantaram no Rio de Janeiro e em Manaus o novo teste gratuito que permite o resultado em apenas duas horas. A intenção é que esse método de diagnóstico seja realizado em todo o país até o final do ano. O coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Dráurio Barreira, explica a importância do diagnóstico precoce.
“A tuberculose afeta principalmente as populações mais pobres e desinformadas. População de rua, presídio, população indígena. Então se você pretende que uma pessoa nessas condições tenha que fazer o teste e voltar dias depois para buscar o resultado, você perde muita gente”.
Quem está tossindo por mais de três semanas deve procurar o posto de saúde mais próximo de casa para fazer o teste da tuberculose. O coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Dráurio Barreira, alerta para os perigos de abandonar o tratamento.
“A pessoa tem a impressão de que fica bom muito rápido por conta da melhoria dos sintomas, mas a cura só se dá realmente após seis meses de tratamento. Então, é extremamente importante que as pessoas não abandonem o tratamento até que o profissional de saúde dê alta ao final dos seis meses”.
No ano passado, foram mais de 19 mil internações por tuberculose no Brasil. O catador de lixo Reginaldo Fernandes, por exemplo, foi contaminado pela doença. Mas como recebeu o diagnóstico correto, ele conta que se recuperou com tranquilidade.
“Foi tranquilo, graças à Deus. Eu tive que ir todos os meses e voltar lá para pegar novamente os medicamentos. E foi bem, porque, assim, é uma coisa que eu estava sabendo que eu estava com um problema muito sério, prejudicando. Então eu tive que fazer o tratamento direitinho para não voltar mais o problema que eu tinha pegado. Paguei nada, não. Foi tudo pelo SUS”.
Para conscientizar a população sobre os riscos e tratamento da tuberculose, este ano o Ministério da Saúde distribuiu 1 milhão e 500 mil folhetos explicativos da doença, além de 156 mil cartazes e 251 folders e cartilhas. Para saber mais, acesse: www.saude.gov.br.
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