Mundo
Bombardeios da coalizão em Al Raqqa deixam quase 60 mortos em 3 dias
Pelo menos 59 pessoas morreram nos últimos três dias por causa de bombardeios da coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos, na província de Al Raqqa, no Nordeste da Síria, informou nesta quinta-feira (17) o Observatório Sírio de Direitos Humanos. As informações são da agência de notícias EFE.
“Desde segunda-feira passada, pelo menos 59 pessoas morreram nos bombardeios da coalizão, entre elas, 21 crianças”, disse a ONG.
Além disso, a organização informou que o número de pessoas que morreram poderia aumentar devido ao estado grave em que se encontram os feridos e porque ainda há desaparecidos.
O observatório disse que hoje foram encontrados 21 corpos, entre eles 11 crianças, debaixo dos escombros após os bombardeios da coalizão na rua Al Muataz, na área de Al Rashid, situada no centro antigo da cidade, considerada como capital do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria.
Com isto, subiu para 25 o número de civis que morreram nesse ataque.
Ontem (16), em ataque da aliança morreram pelo menos 17 pessoas, entre elas cinco crianças e duas mulheres, em diferentes pontos de Al Raqqa, informou a ONG.
Fonte: Agência Brasil
-
Brasil6 dias atrásGoverno federal cria medidas para combater cambismo digital e garantir água gratuita em eventos
-
Ceará6 dias atrásPesquisa da UFC identifica presença de bisfenóis em caranguejos de manguezais no Ceará
-
Noticias6 dias atrásMorre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Júnior, ícone da televisão Brasileira
-
Brasil4 dias atrásConselho Nacional de Política Cultural recebe inscrições até 22 de setembro
-
Brasil5 dias atrásBrasil terá Japão e Singapura como adversários em amistosos de novembro
-
Brasil5 dias atrásPESQUISAS – Ciro ainda lidera, mas Elmano encurta a distância em ritmo acelerado”.
-
Brasil5 dias atrásMoraes acusa Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade e pede providências a Fachin
-
Mundo6 dias atrásCardiologia mundial redefine conceito de infarto e alerta: exame de sangue isolado não basta para diagnóstico
