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Equipes de saúde vistoriam mais de 59,5 milhões de imóveis na luta contra Aedes aegypti

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Na primeira fase da mobilização nacional contra o mosquito Aedes aegypti, as equipes de militares das Forças Armadas e agentes de saúde visitaram mais de 59 milhões e meio de estabelecimentos, segundo o Ministério da Saúde. Este número equivale a quase 89 por cento de domicílios e prédios públicos, comerciais e industriais brasileiros. A mobilização, que começou nos primeiros dias de janeiro, contabilizou as visitas até o último 29, de acordo com a Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento da dengue, chikungunya e Zika.

Do total de imóveis visitados, até o momento, mais de 48 milhões foram vistoriados, e 11 milhões e 200 mil estavam fechados, ou recusaram a vistoria. Além da mobilização diária, foram feitas ações especiais no dia 13 de fevereiro, com participação de 220 mil militares e entre os dias 15 e 18 de fevereiro, que contou com 55 mil militares. Também no dia 19 de fevereiro foi realizada a Mobilização Nacional da Educação Zika Zero, em escolas de todo o país e envolveu 60 milhões de pessoas, tanto estudantes, como professores e servidores técnicos administrativos da educação superior. Em relação ao último número divulgado, o número de visitas teve um aumento de 16 por cento. Sendo seis milhões e meio a mais que na semana anterior.

Durante as vistorias, mais de um milhão e meio de imóveis foram identificados com focos do mosquito, o que representa três vírgula três por cento do total. Até o momento, de acordo com o Ministério da Saúde, Minas Gerais foi o estado que teve o maior número de visitas, durante a primeira fase da mobilização, com quase oito milhões de locais vistoriados. Em seguida aparece o estado de São Paulo, com mais de seis milhões e Pernambuco, com quase cinco milhões e meio de imóveis. Além disso, 93 por cento das cidades já foram visitadas pelo Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, está relacionado a quatro mil, 220 casos suspeitos de microcefalia, no país.

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