Saúde
Obesidade estabiliza, mas excesso de peso aumenta entre as pessoas que vivem no Brasil

O índice de obesidade está estável no país. Porém, mais de 50% da população adulta que vive no Brasil está com excesso de peso. É o que aponta a pesquisa Vigitel, Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, realizada pelo Ministério da Saúde em 2014. No entanto, o levantamento mostra também que o brasileiro passou a praticar mais atividade física e a se alimentar melhor nos últimos anos. Segundo o ministro da Saúde, Arthur Chioro, se não fosse pelo aumento desses hábitos saudáveis no país, o percentual de pessoas com peso acima do ideal poderia ser ainda maior no Brasil.

O índice de obesidade está estável no país. Porém, mais de 50% da população adulta que vive no Brasil está com excesso de peso. É o que aponta a pesquisa Vigitel, Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, realizada pelo Ministério da Saúde em 2014. No entanto, o levantamento mostra também que o brasileiro passou a praticar mais atividade física e a se alimentar melhor nos últimos anos. Segundo o ministro da Saúde, Arthur Chioro, se não fosse pelo aumento desses hábitos saudáveis no país, o percentual de pessoas com peso acima do ideal poderia ser ainda maior no Brasil.
“Se não tivéssemos esse aumento importante na atividade física e ao mesmo tempo impactos significativos em uma alimentação mais saudável. Com aumento da ingestão das hortaliças, das frutas. Diminuição do refrigerante, da carne vermelha, junto com essa impacto da atividade física. Nós provavelmente teríamos uma carga de obesidade e sobrepeso muito significativa, seguindo a tendência mundial. Nós temos muito que comemorar, mas, ao mesmo tempo conclamar a sociedade brasileira, a continuar enfrentando o tema da alimentação saudável e das práticas as atividades físicas, como uma necessidade, uma vida mais saudável para cada um dos brasileiros. Mas, acima de tudo para a própria saúde do Brasil”.
A pesquisa Vigitel 2014 aponta também que as pessoas com mais tempo de estudo são as que conseguem melhor combater a obesidade e o excesso de peso. É o que explica a diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta.
“A escolaridade como fator de proteção para o excesso de peso e obesidade. Possivelmente porque tem mais informação, mais acesso a alimentação saudável, mais prática de atividade física. Escolhas mais saudáveis. Isso é bastante descrito na literatura. Nós, já observamos isso em outros países, especialmente nos EUA. E agora o Vigitel mostra isso, com muita clareza. Isso pode ser também para o futuro, um fator muito importante no sentido de deter a obesidade, o excesso de peso”.
A Política Nacional de Promoção da Saúde, do Ministério da Saúde, tem como objetivo reduzir o desenvolvimento da obesidade e de outras doenças crônicas não transmissíveis, com orientações sobre hábitos alimentares e prática de atividade física regular.
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