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Ceará registra segundo caso de Mpox em 2026

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A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) confirmou, nesta segunda-feira (16), o segundo caso de Mpox registrado no estado em 2026. A informação foi divulgada por meio da plataforma IntegraSUS, que monitora dados epidemiológicos em todo o Ceará.

De acordo com o levantamento mais recente, o estado contabiliza até agora 27 casos notificados da doença. Desse total, dois foram confirmados, 17 descartados e outros oito seguem sob investigação como suspeitos.

Apesar de a atualização ter sido divulgada nesta segunda-feira, a plataforma indica que o novo caso confirmado foi registrado ainda no mês de fevereiro, assim como o primeiro diagnóstico da doença neste ano. O primeiro caso havia sido confirmado no dia 10 de março, por meio do painel de monitoramento do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica.

A Mpox é transmitida principalmente por meio do contato direto entre pessoas, especialmente através da pele, secreções ou fluidos corporais de indivíduos infectados. A transmissão também pode ocorrer pela exposição próxima e prolongada a gotículas respiratórias, além do contato com lesões e erupções cutâneas características da doença.

A Mpox (anteriormente conhecida como “varíola dos macacos”) é uma doença infecciosa causada por um vírus da mesma família da antiga varíola humana. Apesar do nome, ela não está relacionada apenas a macacos — o vírus pode ser transmitido por diferentes animais e também entre pessoas.


🦠 O que é a Mpox?

A Mpox é causada pelo vírus Monkeypox virus, do gênero Orthopoxvirus. Ela foi identificada pela primeira vez em 1958 e o primeiro caso humano ocorreu em 1970, na África.

Hoje, a doença ganhou atenção mundial após surtos em vários países a partir de 2022.


⚠️ Principais sintomas

Os sintomas geralmente aparecem entre 5 a 21 dias após a infecção e podem variar de leves a mais intensos:

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores musculares

  • Cansaço extremo

  • Inchaço dos gânglios (diferente da varíola comum)

  • Lesões na pele (manchas → bolhas → crostas)

As lesões podem surgir no rosto, mãos, pés, boca, genitais e outras partes do corpo.


🔄 Como ocorre a transmissão

A Mpox é transmitida principalmente por:

  • Contato direto com lesões de pele de pessoas infectadas

  • Contato com fluidos corporais

  • Objetos contaminados (roupas, lençóis)

  • Gotículas respiratórias em contato próximo prolongado

Também pode ocorrer transmissão de animais para humanos, especialmente em regiões onde o vírus é endêmico.


🧪 Diagnóstico

O diagnóstico é feito por:

  • Avaliação clínica das lesões

  • Teste laboratorial (PCR) a partir de amostras das lesões


💊 Tratamento

Não existe um tratamento específico para todos os casos, mas a maioria das pessoas se recupera em 2 a 4 semanas.

O tratamento inclui:

  • Controle da dor e febre

  • Hidratação

  • Cuidados com a pele

  • Em casos graves, antivirais podem ser usados


🛡️ Prevenção

Para reduzir o risco de infecção:

  • Evitar contato direto com pessoas infectadas

  • Não compartilhar objetos pessoais

  • Higienizar bem as mãos

  • Usar proteção em situações de risco

  • Isolamento de pessoas infectadas

Em alguns países, vacinas contra a varíola também são utilizadas para proteção contra Mpox.


📊 Gravidade e risco

Na maioria dos casos, a Mpox é leve e autolimitada, mas pode ser mais grave em:

  • Crianças

  • Pessoas com baixa imunidade

  • Gestantes


🧠 Resumo simples

  • É um vírus semelhante ao da varíola

  • Transmitido por contato próximo

  • Causa lesões na pele + sintomas gerais

  • Geralmente cura sozinho, mas requer cuidados

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