Policial
Professoras de escola acusada de maus-tratos relatam que eram orientadas a amarrar bebês em banheiro para não serem ouvidos da rua
Duas professoras que trabalhavam na Escola de Educação Infantil Colmeia Mágica, na Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo, suspeita de tortura contra crianças, disseram ao g1 que eram orientadas pela diretora a amarrar as crianças em um banheiro para evitar que elas chorassem em sala de aula.
Segundo as professoras, a diretora alegava que queria manter uma “boa impressão”, alegando que “os choros poderiam ser ouvidos pelas pessoas que estivessem passando pela rua da escola ou pais que estivessem visitando o local”, que poderiam imaginar que as crianças estariam sendo maltratadas de alguma maneira.
Em nota, as donas da escola citadas pelas mães e pelas professoras, Roberta Regina Rossi Serme e a irmã, Fernanda Carolina Rossi Serme, informaram que, “a Escola de Educação Infantil Colmeia Mágica ME suspendeu as atividades temporariamente”. “Mais do que ninguém a instituição quer saber o propósito dessas acusações incabíveis, inverídicas e aterrorizantes em que foram expostas”, diz o texto.
A Polícia Civil também apura a suspeita de tortura contra crianças na escola. Mães de duas crianças que aparecem em vídeos amarradas e chorando foram ouvidas pela investigação. Elas disseram que seus filhos voltavam para casa feridos e doentes quando saíam do berçário da escola.
Uma professora que prefere não ser identificada, afirmou que sempre que a diretora Roberta Regina Rossi Serme, de 40 anos, ouvia uma criança chorando, ela mesma ia até a sala de aula, reprendia a criança e se ainda assim continuasse chorando, a diretora a levava para o banheiro.
Uma outra professora que trabalhou na escola infantil entre julho e dezembro de 2021, afirmou que assim que começou a trabalhar no local, a própria diretora relatou que costumava “embalar” os bebês para que eles dormissem melhor.
A professora também relatou que com o passar do tempo, além de amarrar os bebês, a diretora também levava eles para o banheiro, apagava a luz e fechava a porta do local.
Segundo os relatos, cerca de sete professoras trabalhavam no local, uma das professoras ouvidas pelo g1 informou que a equipe tinha medo de repreender ou interferir na prática da diretora.
Fonte: G1
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