Brasil
Consumidores brasileiros sofrem com atendimento indequado de empresas
[caption id="attachment_10823" align="alignleft" width="600"]
(Foto:Reprodução)[/caption]Empresas ainda estão longe de dar o atendimento que os brasileiros querem, sobretudo depois da venda dos produtos
(Foto:Reprodução)
As conquistas dos consumidores brasileiros ainda estão longe do ideal. Apesar de terem evoluído muito desde que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) entrou em vigor no país, em março de 1991, ainda é impossível imaginar o dia em que um cidadão chegará a uma loja com um produto defeituoso e, sem qualquer contestação, o vendedor trocará a mercadoria — fato corriqueiro nos Estados Unidos. “Infelizmente, ainda estamos atrasados uns 10 anos em relação ao mundo desenvolvido”, disse o presidente do Instituto Brasileiro de Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), José Geraldo Tardin.
A boa notícia, segundo ele, é que a conscientização de que existem direitos que devem ser respeitados é crescente, assim como a procura pelo apoio de órgãos de defesa. Faltam, porém, maior preocupação preventiva, velocidade na resolução dos problemas, educação para o consumo nas escolas, apoio do Legislativo aos projetos de interesse do consumidor e, sobretudo, o respeito à legislação, tanto pelas empresas da iniciativa privada quanto pelas agências reguladoras de serviços essenciais.
“O número de reclamações aumentou, mas o pós-atendimento ainda é precário, o índice de eficiência é baixo e a relação com as empresas piorou”, disse Tardin. “Os problemas se agravam porque os consumidores só despertam para possíveis problemas depois do contrato assinado, da compra efetuada. É preciso uma atenção preventiva, avaliar as condições do negócio, ler o contrato, pesquisar mais”, destacou.
Tardin ressaltou que o CDC foi criado antes da expansão do acesso ao crédito e do comércio on-line. Foi atualizado por uma comissão de notáveis em 2002, mas até hoje não foi aprovado pelo Congresso Nacional. “O Legislativo precisa se alinhar aos interesses dos consumidores e aprovar os projetos pendentes”, ressaltou Elici Bueno, coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Para os especialistas, o endividamento das famílias está alto porque a classe C se expandiu e partiu para o consumo desenfreado. Enquanto isso, a regulamentação que limita as propagandas de crédito fácil por bancos e instituições financeiras não saiu do papel.
Fonte: Correio Braziliense
-
Iguatu2 semanas atrásGuarda municipal preso por homicídio segue no cargo e tem PAD prorrogado sem explicações públicas em Iguatu
-
Ceará2 semanas atrásTransnordestina realiza segunda viagem-teste com transporte de cereal entre Piauí e Ceará
-
Economia2 semanas atrásTeto do INSS é reajustado para R$ 8.475,55 e passa a valer para aposentados e pensionistas
-
Noticias1 semana atrásProcon notifica Aeroporto de Fortaleza por retirada de cadeiras para passageiros e visitantes
-
Iguatu1 semana atrásPlantão especial para o recebimento da documentação para Casamento Comunitário Civil, nesse sábado em Iguatu
-
Esportes1 semana atrásIguatu e Tirol ficam no empate sem gols no Morenão pelo Cearense
-
Brasil1 semana atrásFies abre prazo para complementação de inscrições postergadas
-
Ceará1 semana atrásEntenda como funciona a operação que evita que os rios sequem no Ceará

