Policial
Suspeito de matar escrivão deverá dizer como se soltou das algemas e onde está arma
“Trata – se de um crime bárbaro chocante. Merecia uma resposta, era uma questão de honra para o estado do Ceará”, assim tratou o secretária da Segurança Pública do Estado (SSPDS), Sandro Caron, sobre a prisão do suspeito de vitimar o escrivão Aloizio Amorim. O suspeito, identificado como Antônio Josivan Lopes Silva, de 30 anos, apontado como autor do assassinato do escrivão da Polícia Civil do Estado (PCCE), foi preso na cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo. O secretário comentou o esforço policial para prender o homem após mais de um mês e reforçou que a investigação foi importante para os setores internos da Polícia.
Além do trabalho de investigação das forças de segurança do Ceará, uma recompensa de R$ 10 mil chegou a ser oferecida para quem fornecesse informações que ajudassem a Polícia a localizar Josivan. O homem foi encontrado em São Paulo e está no processo de ser trazido para a capital cearense. Aqui, o suspeito deve prestar depoimento e explicar como se soltou das algemas e onde está a arma do crime.
A ocorrência foi na cidade de Tauá, a 347 quilômetros de Fortaleza, no dia 30 de abril, quando Antônio Josivan, que já respondia por tentativa de latrocínio e porte ilegal de arma de fogo, foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Segundo informação da Polícia, Antônio estaria prestando depoimento ao escrivão Aloizio Amorim, quando reagiu, tomando a arma do policial e realizando uma série de disparos contra o mesmo. Depois de efetuar os tiros, o autuado fugiu enquanto o policial recebia os primeiros socorros, ainda na delegacia de Tauá. Porém, devido à gravidade dos ferimentos, Aloizio não resistiu, morrendo logo após o crime.
Uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) chegou a ser mobilizada para auxiliar nas diligências em busca de Antônio Josivan, porém, o suspeito não foi encontrado. Ele chegou a se esconder em uma área com vegetação, mas acabou fugindo.
A vítima
Aloizio Alves de Lima Amorim trabalhou na Polícia Civil durante dez anos, três meses e 20 dias. O escrivão prestou serviços no Grupo Provisório de Investigação e Homicídios, na Delegacia Municipal de Parambu, além das Delegacias Regional de Juazeiro do Norte e Regional de Tauá, onde estava lotado desde 2014. Em nota, a Polícia Civil reconheceu os relevantes serviços prestados à sociedade cearense pelo policial civil, lamentou a partida precoce do policial e colocou o aparato da instituição à disposição da família dele.
Fonte: O Povo
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