Brasil
STJD marca julgamento de Igor Cariús, Nino Paraíba e mais 10 atletas
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) definiu que o julgamento de 12 jogadores está agendado para a próxima quarta-feira, dia 9. Esses atletas estão atualmente sob suspensão de 30 dias devido a suspeitas de envolvimento em atividades de manipulação no cenário do futebol. A determinação partiu de Felipe Bevilacqua, vice-presidente do STJD.
Esse processo de julgamento se desencadeou como resultado de uma nova fase da investigação relacionada à operação “Penalidade Máxima”, conduzida pelo Ministério Público de Goiás.
Entre os jogadores em questão, estão incluídos Igor Cariús, natural do Ceará, bem como o ex-jogador do Ceará, Nino Paraíba.
Igor Cariús enfrentará acusações nos termos do artigo 191, III, inciso e 243. Nino, por sua vez, responderá por infrações ao artigo 191, III, inciso, e 243. O julgamento terá o papel de determinar quais medidas disciplinares ou sanções serão aplicadas a esses jogadores com base nas acusações apresentadas.
OS JOGADORES SUSPENSOS E O ARTIGO PELOS QUAIS ESTÃO SENDO JULGADOS:
Alef Manga, agora ex-Coritiba, negociado com o futebol do Chipre – artigos 191, III inciso, e 243
Dadá Belmonte, do América – artigos 191, III inciso, 184 e 243
Igor Carius, do Sport – artigos 191, III inciso, e 243
Jesus Trindade, ex-Coritiba – artigos 191, III inciso, e 243
Pedrinho, ex-Athletico, que se transferiu para o Shakthar – artigos 191, III inciso, e 243
Sidcley, ex-Cuiabá, hoje no Dínamo Kiev – artigos 191, III inciso, e 243
Thonny Anderson, ex-Coritiba, do Bragantino, que estava emprestado ao ABC – artigos 191, III inciso, 242 e 184
Nino Paraíba, do Paysandu – artigos 191, III inciso, e 243
Bryan García, ex-Athletico – artigos 191, III inciso, e 243
Diego Porfírio, do Desportivo Aliança-AL – artigos 191, III, 242, parágrafo único, e 243
Vitor Mendes, do Fluminense – artigos 191, III inciso, 184 e 243
Sávio Alves, ex-Goiás – artigos 191, III inciso, e 243
Na esfera criminal, no último dia 27 de julho, Igor Cariús e outros seis jogadores se tornaram réus no caso de manipulação de resultados de jogos. Caso seja condenado, os atletas podem pegar a pena de reclusão, de 2 (dois) a 6 (seis) anos, e multa.
Nino Paraíba fez acordo com o MP-GO para virar testemunha da Operação Penalidade Máxima II. O ex-jogador do Ceará admitiu em depoimento ao Ministério Público de Goiás (MP-GO), que ganhou dinheiro para receber cartão amarelo em 3 jogos do Ceará na Série A em 2022.
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