Tecnologia
Robô matador de germes pode acabar com ebola nos hospitais usando luz UV
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Foto: TECMUNDO[/caption]
O ebola vem ceifando a vida de centenas de pessoas em diversos países menos desenvolvidos da África, seja por falta de cuidado necessários ou de um sistema de saúde básico.

Foto: TECMUNDO
O ebola vem ceifando a vida de centenas de pessoas em diversos países menos desenvolvidos da África, seja por falta de cuidado necessários ou de um sistema de saúde básico.
Em comparação, o caso do primeiro paciente norte-americano que chegou aos Estados Unidos com o vírus, apesar de ser grave, tem mais chances de ser resolvido graças à tecnologia. Um dos aparelhos que tem ajudado no combate contra esse mal é um compacto robô que esteriliza ambientes.
O produto já é usado em mais de 250 hospitais nos EUA, inclusive no que abriga o paciente portador de ebola e custa por volta de US$ 104 mil, aproximadamente R$ 250 mil. Desenvolvido pela Xenex, o robô emite pulsos de luz ultravioleta – 25 mil vezes mais poderosa que a luz solar – para eliminar vírus e bactérias de ambientes hospitalares.
As emissões UV do aparelho afetam um raio de dois a três metros à sua volta e, em cerca de cinco a dez minutos, desinfeta completamente o local. “Nosso robô garante que o quarto esteja seguro para o próximo paciente ao destruir germes em superfícies bastante usadas e também em cantos e frestas mais difíceis de limpar”, diz um representante da empresa.
Segundo a Xenex, a luz UV-C, feita à base de xenônio, deve eliminar com facilidade o ebola do ambiente, já que o vírus é bem mais suscetível ao processo do que outras doenças infecciosas, que podem perdurar por meses em hospitais. Ainda assim, a máquina deve ser usada sem que nenhuma pessoa esteja presente no local, já que os pulsos emitidos são prejudiciais ao nosso corpo também.
O trabalho feito pelo robô da empresa é essencial para garantir que o ebola não se espalhe nos hospitais, mas é especialmente importante no combate a outras doenças adquiridas nesses locais, como a SARM e a ERV, infecções que chegam a matar quase 300 pessoas diariamente nos Estados Unidos.
Fonte: TECMUNDO
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