Policial
Promotor solicita afastamento de policial militar que matou jovem em Canto do Buriti
O promotor da comarca da cidade de Canto do Buriti, José William Pereira Luz, pediu que fosse instaurado um inquérito policial para apurar a morte de Edvaldo Costa dos Santos, morto a tiros por um policial militar durante a madrugada de sábado (8). A promotoria solicitou ainda que o PM fosse afastado de suas funções e que tivesse a arma apreendida.
De acordo com informações repassadas Polícia Militar, o policial militar atirou e matou o jovem Edvaldo Costa dos Santos e baleou Máximo dos Santos no último sábado. Os dois jovens estariam pilotando uma motocicleta, e conforme havia sido informado pela PM, teriam tentado assaltar o policial.
Jossane Vieira, advogada da família do jovem que foi morto, contestou a versão apresentada pela Polícia Militar. Ela afirma que Edvaldo Costa era vaqueiro e não tinha nenhuma passagem pela justiça. “Ainda não podemos nos pronunciar sobre o que aconteceu. Mas garantimos que Edvaldo não era assaltante, não era um criminoso”, disse a advogada.
O velório de Edvaldo Costa foi seguido por um longo cortejo em Canto do Buriti. O momento foi registrado em vídeos. Além das pessoas a pé, um grupo de vaqueiros seguiu o cortejo carregando faixas em homenagem ao rapaz. Nas redes sociais, moradores lamentam a morte do vaqueiro e questionam a versão da PM.
Em nota, a promotoria de Justiça de Canto do Buriti informou que foi instaurado um procedimento de investigação para apurar as circunstâncias da morte de Edivaldo Costa. O Ministério Público do Estado do Piauí recomendou que o policial militar envolvido fosse afastado de suas atividades e pediu a abertura de inquérito policial à Polícia Civil. A arma do policial militar, de acordo com a promotoria, foi apreendida para realização de perícia.
Ainda segundo a promotoria, testemunhas do caso estão sendo ouvidas. O inquérito tem prazo de conclusão de 30 dias. O G1 entrou em contato com o comando da Polícia Militar de Canto do Buriti, que informou que o caso precisa ser apurado e resolvido internamente antes que sejam feitas divulgações.
Fonte: G1
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