Iguatu
Pontos de apoio de Saúde de Iguatu passam por readequações
Os pontos de apoio de Saúde na zona rural de Iguatu devem passar por readequações. O fato ganhou repercussão nas redes sociais quando foi ventilado o suposto fechamento de Postos do Programa Saúde da Família (PSF) e Pontos de Apoio de Saúde de comunidades como Cardoso II e Sítio Penha.
A reportagem procurou nesta quinta-feira, 07, a Secretaria de Saúde do Município de Iguatu, que por meio da Coordenadora do Programa Mais Médicos, Glícia Alencar, afirmou não proceder que as atividades do programa no Sítio Penha tenham sido interrompidas.
Sobre a comunidade do Sítio Cardoso II, o equipamento, que é tratado como “Ponto de Apoio” do PSF do Barro Alto, sofreu descontinuação dos atendimentos médicos e de enfermaria motivadas pelas exigências de melhorias estruturais do Programa Mais Médicos através de sua tutoria na região do Cariri.
A reportagem teve acesso ao documento que exige condições mínimas de trabalhos, como cadeiras, água para higienização, tensiômetro, estetoscópio e maca.
O documento assinado pela equipe de tutoria da Universidade Federal do Cariri-UFCA previa em caso de não conformidade poderia acionar o Ministério Público (MP) e o Ministério da Saúde com riscos para o desligamento do programa à cidade e assim a perda dos 22 profissionais.
A pasta como medida de logística transferiu inicialmente para o Sítio Tanque a demanda da comunidade do Cardoso II. A medida gerou descontentamento da comunidade que reivindicou a volta do serviço para o local. Em acordo com associação de moradores, o prédio da entidade servirá como base de apoio na comunidade. “Fomos notificados que teríamos de dar a solução aos problemas. Como medida, transferimos a demanda temporariamente para outro lugar por ser mais próximo ao Cardoso.Não houve fechamento. Não foi uma decisão do gestor Ednaldo” contou Glícia.
Um prazo para a reforma do Ponto de Apoio foi estipulado. “Esclarecemos todos as dúvidas juntos aos moradores. A ideia é que em 120 dias finalize toda a reforma no ponto de apoio”, pontuou Alencar.
Sobre a possibilidade de que casos como esses ocorram em demais pontos da cidade e da zona rural, a coordenadora afirmou que uma logística está sendo pensada para evitar o mínimo de transtorno possível. “A grande maioria dos pontos de apoio funcionam de maneira precária. Gradativamente vamos conversando com as comunidades pra realizar as intervenções com o prejuízo mínimo”, finalizou Glícia.
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