Saúde
OMS alerta sobre os perigos das bebidas energéticas para organismo humano
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As bebidas energéticas se tornaram populares no mundo após ganharem o mercado europeu em 1987. Desde então, pesquisadores têm buscado compreender qual é exatamente a interação delas com o organismo humano.

Foto: Divulgação
As bebidas energéticas se tornaram populares no mundo após ganharem o mercado europeu em 1987. Desde então, pesquisadores têm buscado compreender qual é exatamente a interação delas com o organismo humano.
Uma revisão de literatura conduzida pelo Escritório Regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa alerta: o aumento do consumo desse produto pode representar perigo para a saúde pública, especialmente entre os jovens. Os resultados do levantamento foram publicados na revista de acesso aberto Frontiers in Public Health.
Os energéticos são bebidas não alcoólicas que contêm cafeína, guaraná, taurina e ginseng, entre outros ingredientes. Normalmente, são ingeridos por quem deseja aumentar o desempenho físico e mental antes de uma festa ou de uma maratona de estudo, por exemplo. Mas há um grupo de consumidores mais frágil: as crianças. Elas, alerta João Breda, o autor sênior do estudo, não estão preparadas para metabolizar a quantidade de substâncias contidas nesse produto.
A cafeína é, segundo Breda, o maior perigo. Ao contrário do café, os energéticos não são consumidos quentes. Logo, a ingestão é mais rápida e em maior quantidade, o que aumenta os riscos de intoxicação. Na Europa, um estudo da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) constatou que as bebidas energéticas eram responsáveis por 43% do consumo de cafeína entre as crianças. Para adolescentes e adultos, as quantidades correspondiam a 13% e 8%, respectivamente.
Fonte: CORREIO BRAZILIENSE
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