Brasil
Em resposta às ruas, Dilma faz pacote contra a corrupção
Algumas conseqüências dos protestos já são visíveis, como a queda da popularidade de Dilma e a mudança do cenário eleitoral de 2014. Governo anuncia medidas que preveem punições a empresas que fraudarem licitações e ‘Ficha Limpa’ na administração pública Depois de reabilitar “faxinados” e acomodar no ministério partidos que protagonizaram escândalos, o Planalto planeja um atalho para se sintonizar com a “voz da ruas” , que cobra maior rigor com a corrupção. A ideia é viabilizar decretos e mobilizar o Congresso para aprovar projeto que prevê multas pesadas contra empresas corruptoras. O projeto prevê a taxação de até 20% do faturamento bruto de companhias privadas que subornarem agentes públicos, fraudarem licitações ou que dificultarem as investigações das agências reguladoras e do BC. Além de multas, há previsão de criação do Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP). O pacote inclui a edição de dois decretos: um que regulamenta o projeto de lei que prevê punições a integrantes do Executivo que praticarem conflitos de interesse e o decreto “Ficha Limpa” na administração pública.
Algumas conseqüências dos protestos já são visíveis, como a queda da popularidade de Dilma e a mudança do cenário eleitoral de 2014. Governo anuncia medidas que preveem punições a empresas que fraudarem licitações e ‘Ficha Limpa’ na administração pública Depois de reabilitar “faxinados” e acomodar no ministério partidos que protagonizaram escândalos, o Planalto planeja um atalho para se sintonizar com a “voz da ruas” , que cobra maior rigor com a corrupção. A ideia é viabilizar decretos e mobilizar o Congresso para aprovar projeto que prevê multas pesadas contra empresas corruptoras. O projeto prevê a taxação de até 20% do faturamento bruto de companhias privadas que subornarem agentes públicos, fraudarem licitações ou que dificultarem as investigações das agências reguladoras e do BC. Além de multas, há previsão de criação do Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP). O pacote inclui a edição de dois decretos: um que regulamenta o projeto de lei que prevê punições a integrantes do Executivo que praticarem conflitos de interesse e o decreto “Ficha Limpa” na administração pública.
Presidente da Câmara marca votação da PEC 37
O presidente Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), decidiu levar a voto no dia 3 de julho a polêmica PEC 37. “A Casa tem que ouvir o que as ruas estão dizendo e se conectar com elas”, disse o deputado. “A Câmara tem que mostrar o quer, tem que mostrar a sua cara. E a maneira de fazer isso é votando.” A PEC 37 é aquela proposta de emenda à Constituição que confere às polícias federal e civil o monopólio das investigações criminais. Se aprovada, vai retirar do Ministério Público a prerrogativa de realizar investigações próprias, como faz hoje. O terma acabou virando um dos motes dos protestos que enchem as ruas do país há duas semanas.
Pesquisa revela que 22 milhões de jovens preferem ter seus próprios negócios.
Atrás apenas da China e dos Estados Unidos, o Brasil possui 27 milhões de pessoas envolvidas ou em processo de criação de um negócio próprio. Em números absolutos, aparece em terceiro lugar no ranking de 54 países analisados pela pesquisa. A pesquisa aponta também que 15% dos empreendedores, ou 4 milhões de pessoas, estão envolvidas na criação do próprio negócio. Nesse grupo estão incluídas pessoas que se encontram no estágio inicial da montagem do empreendimento, como no levantamento de informações sobre o mercado, por exemplo. Dos 27 milhões de empreendedores brasileiros, mais da metade – 14,4 milhões -, têm entre 25 e 44 anos.
Quina de São João
A Quina fará um sorteio com prêmio de R$ 90 milhões para quem acertar cinco dezenas nesta segunda-feira. O sorteio será em Jacutinga, Minas Gerais.
Bancas de jornal em alta
As bancas de jornal, que já vendem de tudo um pouco, acreditam que o vale-cultura pode ajudar a aumentar as vendas. O novo instrumento poderia elevar em até 30% as vendas de jornais e revistas.
Crédito terá menor alta em 10 anos
Apesar das ações do governo e dos bancos públicos para estimular o Pibinho, os financiamentos bancários devem fechar 2013 com o menor avanço em dez anos, dizem especialistas. De janeiro a abril, nos bancos privados a alta foi de 1,02%.
Paralisação nacional dos médicos
A importação de médicos estrangeiros, um dos projetos invocados por Dilma Rousseff para fazer a rua voltar para casa, levará mais gente ao asfalto. Entidades médicas organizam para as 16h desta quarta-feira (26) um protesto nacional em defesa da valorização dos profissionais brasileiros e investimentos no SUS. As entidades informam que tomarão “todas as medidas possíveis, inclusive as jurídicas” para tentar barrar o projeto do governo. Além do protesto previsto para esta quarta-feira, as entidades organizam para o dia 3 de julho uma “paralisação nacional” dos médicos.
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