Iguatu
Delegada da DDM de Iguatu alerta para os casos de violência doméstica
No internacional da mulher (quarta-feira, 08) o Rotary Club de Iguatu recebeu durante reunião ordinária, as representações da Associação das Mulheres Iguatuenses (AMI) e da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), por meio da delegada. O momento foi marcado pela presença das damas rotárias na mesa onde tradicionalmente acontecem os encontros com o propósito conforme o conselho diretor, de celebrar a inserção da mulher nas mais variadas esferas, instituições e entidades como a do Rotary.
Delegada
Ticiana Medeiros, delgada da DDM-Iguatu apresentou números do quadro de violência contra a mulher no país bem como esclareceu aos presentes como se dá as investigações, intervenções e acompanhamentos dos casos de violência doméstica. “Estou há três meses em Iguatu e ainda não terminei de contabilizar os casos no ultimo ano aqui na cidade. Mas tenho como missão incentivar que as mulheres vítimas deste crime denunciem, pois são inúmeros os casos que não chegam ao departamento”, ressaltou. Conforme apontou o Datafolha em recente pesquisa, mais de 500 mulheres são vítimas de agressão física a cada hora no Brasil.
Ouça a entrevista com Delegada Ticiana Medeiros
A AMI por meio da presidente Zélia Ribeiro, contou o histórico das ações e políticas de fortalecimento de direitos ao logo dos 34 anos de existência na cidade. “Acreditamos na força e importância de uma mulher na família. E foi através de várias lutas que conquistamos avanços como a implantação da primeira Delegacia da Mulher no interior do estado, ser no Iguatu na época”, lembrou.
Hoje a AMI realiza o trabalho de acompanhamento de 35 mulheres mastectomizadas. “A ação se justifica devido o câncer de mama acometer uma grande parcela feminina da nossa sociedade. Buscamos realizar intervenções no incentivo e no suporte emocional para a mulher nesse período de adaptação com o ‘novo’, que por vezes é muito traumático”, ressaltou Francisca Saraiva ex-presidente da AMI e também presente na ocasião.
Tales Texeira presidente do Rotary celebrou a oportunidade em poder instigar temas e valorizar o trabalho de quem desenvolvem e protegem por meio de ações a igualdade entre gêneros. “Nosso trabalho e missão enquanto Rotary, além de desenvolver projetos de cunho social é de fomentar essas discursões para nos subsidiar de informações e conhecimento de causa”, ressaltou.
Mulher no Rotary
Desde a fundação de um Club de Rotary a presença da mulher na entidade dava-se em Associações das Esposas de Rotarianos ou como sócias das Casas da Amizade. A admissão do gênero feminino nos quadros associativos foi encabeçado por uma educadora e feminista brasileira Eugênia Dutra Hamann, esposa do rotariano Hugo Hamann, do RC Rio de Janeiro, que chegou no ano de 1934 trocar correspondências com Paul Harris, questionando a ausência da mulheres em Rotary. No passar dos anos com diversos entraves junto ao conselho de legislação, e à medida que as mulheres adquirem mais destaque em suas profissões, mais clubes começam a solicitar permissão e no ano 1989 as mulheres puderam fazer parte de qualquer Rotary Club no mundo.
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