Policial
Ceará é o primeiro no mundo a receber Firebull para combate a incêndios
O Ceará tornou-se o primeiro estado em todo o mundo a receber o novo equipamento de combate a incêndios para acesso a túneis, shoppings, tanques-combustíveis e florestas. O Firebull Aircore, da empresa alemã Magiruserá utilizada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE) durante resgates.
A tecnologia tem ventilação com nebulização de água ou espuma, que garante maior absorção de calor, controle do fogo de forma mais rápida e redução do uso de água. E, comparado ao equipamento tradicional que demora cerca de 65 segundos para controlar o fogo, o Firebull Aircore precisa de apenas 25 segundos para realizar o mesmo processo.
O mecanismo utiliza água do mar como agente extintor, uma vez que a bomba da viatura é fabricada em bronze e aço inoxidável. Além disso, o mesmo é o único a realizar três operações em uma só máquina: ventilação por pressão positiva, resfriamento e extinção do fogo.
Equipamento foi obtido por meio de investimento da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) com recursos do Programa de Modernização Tecnológica do Ceará (Promotec II).
Fonte: O Povo
-
Iguatu1 semana atrásEXCLUSIVO: Fumaça, barulho e relatos de doenças: por que fundição segue operando em bairro residencial de Iguatu?
-
Mundo1 semana atrásSenado dos Estados Unidos barra proposta para restringir poderes de Donald Trump na guerra contra o Irã
-
Noticias1 semana atrásCâmara aprovou projeto de lei que autoriza a venda de medicamentos em redes de supermercados
-
Noticias1 semana atrásEstudo alerta para risco de desaparecimento de espécie exclusiva do Cariri cearense
-
Ceará1 semana atrásCeará registrou chuvas em mais de 110 municípios no intervalo de 24 horas
-
Noticias1 semana atrásBolão registrado em Eusébio leva prêmio de R$ 158 milhões na Mega-Sena
-
Noticias1 semana atrásCeará ocupa a 3ª posição no Nordeste em número de cidades com shopping centers
-
Economia2 semanas atrásFiscalização das movimentações via Pix ainda gera dúvidas entre os contribuintes

