Política
Câmara de Iguatu declara apoio às manifestações contra as reformas trabalhistas e da previdência
A convocatória para paralisação geral na última sexta-feira (28) mobilizou todos os setores da sociedade civil organizada na cidade de Iguatu. A prova foi à sessão da câmara de vereadores da última terça-feira, 25, que contou com a participação de membros que compõe o clero religioso diocesano e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Subseção Iguatu.
Os vereadores em sua totalidade declararam apoio aos protestos que tem como bandeiras de luta as reformas do governo federal: da Previdência e trabalhista e a Lei da Terceirização. O vereador Marconi Filho (Pros), secretário Geral da casa afirmou que um documento repudiando as reforma foi enviado ao congresso. “Convocamos para uma audiência os parlamentares do planalto votados na cidade. E os que não mandaram representação enviamos um oficio repudiando qualquer voto dos mesmos que ferisse o direito do trabalhador”, disse.
O padre João Bastista disse que a reforma da previdência causará impactos negativos e prejuízos. Ele pediu ainda que os vereadores intermediassem as reivindicações junto aos membros do congresso votados na cidade. “Temos que ter o apoio local. É uma preocupação que estamos sentindo de nossas pastorais e movimento sociais”, afirmou.
Bandeira Junior (PMDB) recomendou um manifesto mais incisivo aos que votarem a favor da reforma no congresso: o não apoio nas próximas eleições. “Poderíamos assinar um documento afirmando que o apoio futuro nas próximas eleições será negado aos deputados e senadores que votem a favor das reformas”, sugeriu. O parlamentar Rômulo Fernandes do (PROS) apontou a saída da presidente Dilma Rousseff como inicio dessa sequencia que ele definiu como atrocidades contra o trabalhador brasileiro. “Isso tudo se deu quando tiram uma presidente legitimamente eleita. Resta-nos lutar contra o que está por vir”, disse.
Clero e OAB
Padre Glauberto leu a carta do conselho permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O documento afirma que a seguridade não é uma concessão governamental, mas sim direitos sociais conquistados com intensa participação democrática. O Documento foi assinado pelas regionais que compõe a conferencia. “Essa carata foi assinada por todas as representações nos estados do país”
Presidente da Subceção da OAB/Iguatu Marco Antônio Sobreira leu a nota conjunta assinada pela Ordem o Conselho Federal de Economia (Cofecon) e a (CNBB) criticando a falta de debate com a sociedade na tramitação da reforma da Previdência. “Estão ferido a justiça e direitos conquistado por meio de muita luta. Por isso estamos percorrendo os 17 muncipio esclarecendo as consequências caso, essas medidas sejam aprovadas”, disse.
Mário Rodrigues (PDT) vereador e presidente da Câmara de Iguatu pontuou dados que podem segundo ele impactar futuramente no comércio das cidades de médio porte. “Cidades como Iguatu que giram em torno do que é injetado pela previdência por meio dos beneficiados podem sofrer drasticamente com essas propostas. O que Iguatu recebe de FPM e três vezes menos do que o INSS repassa aos seus assegurados”, comparou.
Ainda conforme Mário as propostas apresentadas serão formuladas em documentos e enviadas novamente aos gabinetes dos deputados e senadores.
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