Iguatu
Bancada do prefeito rejeita projeto de auxilio às famílias desabrigadas em Iguatu
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Na sessão da câmara dos vereadores de Iguatu da tarde desta terça-feira, 10, foram apresentados dois projetos à casa. Um de autoria de Nelho Bezerra previa multa a proprietários em cujo imóvel fosse encontrado foco do mosquito da dengue. O próprio vereador pediu o arquivamento do projeto de lei. Segundo entendimento do líder da oposição, Vereador Marconi Filho (PROS), a mensagem não teria os votos nem mesmo da bancada que é liderada pelo autor da matéria Já o vereador Rubenildo Cadeira, presidente da câmara, enviou um projeto que previa a prestação de assistência às famílias em situação de vulnerabilidade social por meio de uma espécie de aluguel social. O projeto, no entanto, não foi aprovado pela bancada do prefeito na casa. Segundo os vereadores, a cidade já contaria com leis que tratam do assunto, inclusive na esfera estadual. A bancada de situação, liderada por Nelho Bezerra, asseguram de que a matéria não poderia ser votada por existirem leis que instituem o conselho municipal e também definem o auxílio moradia às pessoas mais pobres. Os vereadores chegaram a apresentar uma Lei de 1991, que segundo eles criou o conselho.

A sessão contou com a presença de todos os vereadores e algumas pessoas que foram acompanhar os trabalhos.
Falta de ação
Durante a discussão da matéria que criaria o Conselho Municipal de Habitação, o vereador Rubenildo Cadeira defendia o projeto afirmando que não existia por parte do prefeito o interesse de realizar uma programação que beneficiasse a população que está no cadastro a espera por moradia. A outra matéria considerada semelhante, por se tratar de algo que poderia aliviar o sofrimento da população mais pobre que não tem casa pra morar, que era o do aluguel social, que tinha como finalidade auxiliar as famílias que vivem em vulnerabilidade, sem moradia e sem ajuda do governo municipal, vivendo assim em completo abandono.
O autor da matéria, o vereador Rubenildo Cadeira, se mostrou revoltado com a reprovação do projeto que, segundo ele, seria um alento para as famílias que estão em espera. “Desprezar e rejeitar essa matéria, desfaz o lema da atual administração que diz no seu slongan: TRABALHAR PARA OS QUE MAIS PRECISAM. Por se recusarem a aprovar essa matéria os vereadores ligados ao prefeito, declaram abertamente que não representam o povo, mas sim o prefeito”, desabafou Rubenildo.
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