Iguatu
Aumenta a procura por material escolar em Iguatu
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O popular beco da galeria promete receber diversos consumidores (Foto: Thiedo Henrique/Mais FM)[/caption]
Mal começou o mês de janeiro do ano de 2015 e os iguatueses foram às compras em busca do melhor preço do material escolar de seus filhos. A reportagem da rádio mais FM foi nesta terça-feira (06) a Galeria Gustavo Correia, situada no centro comercial do município, local esse, onde se concentra o maior número de lojas especializadas na venda destes tipos de produtos.

Mal começou o mês de janeiro do ano de 2015 e os iguatueses foram às compras em busca do melhor preço do material escolar de seus filhos. A reportagem da rádio mais FM foi nesta terça-feira (06) a Galeria Gustavo Correia, situada no centro comercial do município, local esse, onde se concentra o maior número de lojas especializadas na venda destes tipos de produtos.
Nana Gonçalves proprietária de uma papelaria, disse está com o seu comércio preparado para receber a clientela, mas não acredita que o volume nas vendas aumente em comparação ao ano passado. “Há alguns meses já repus meu estoque esperando esse período de compras. Temos que está pronto pra receber o consumidor dos mais variados níveis de poder aquisitivo. Espero está enganada, mas acho que esse ano não vai superar o ano passado”, pontuou Nana.
Geson dos Santos pai do pequeno Francisco de 11 anos já começou a busca pelo melhor preço e espera encontrar na primeira semana do ano uma oferta maior de produtos de qualidade, além de poder pesquisar com mais facilidade e calma, “tento unir o desejo do meu filho e um preço mais em conta. Mas o fundamental é nunca deixar para comprar na última hora”, disse.
Abuso
A Agencia de Defesa do consumidor alerta que os pais precisam verificar as listas com cuidado. As instituições que amparam esse tipo de cliente podem punir seja qual for a rede de ensino que cometa abuso nos pedidos, de forma a evitar, a compra do que não for de uso exclusivo do estudante.
A proibição de abusos é prevista lei aprovada pelo Congresso Nacional que proíbe essa prática e também a cobrança de taxas específicas para cobrir os custos do material coletivo. Quem afirma é autor da lei o deputado cearense Chico Lopes. “A obrigação de fornecer os meios para a prestação dos serviços educacionais é da escola, que cobra anuidade para isso. Então, ela não pode cobrar que o pai do aluno forneça itens que não vão servir ao estudante”, esclareceu o deputado.
A consumidora Evenalda Alves disse está ciente do que de fato é certo ou não constar em lista, muito devido a lei que antes do ano de 2013 não existia, “hoje existe essa lei, mas antes não tínhamos esse amparo. Fui vítima uma vez, quando me pediram materiais de limpezas e alguns produtos de uso coletivo de uma marca especifica”, contou Evenalda. Aos consumidores que se sentirem lesados deve acionar o PROCON municipal.
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