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III Dia do Vaqueiro Icoense retoma história e defende regulamentação da profissão de vaqueiro
[caption id="attachment_4198" align="alignleft" width="600"]Foto: Icó é Notícia[/caption][caption id="attachment_4198" align="alignleft" width="600"]
Foto: Icó é Notícia[/caption]Gibão, perneira, chapéu e o sol e as tamarindas para acolher o vaqueiro e seu cavalo. Com este cenário sertanejo, terá início a partir das 8h30 deste sábado, dia 29, o III Dia do Vaqueiro Icoense, evento que retoma a tradicional cavalgada realizada realizada em homenagem a um dos símbolos da formação do Povoado do Salgado, que viria a se tornar o Icó.
Foto: Icó é Notícia
Foto: Icó é Notícia
O evento tem a expectativa de reunir cerca de 100 vaqueiros com seus cavalos, percorrendo 10km pelas principais ruas, avenidas e becos da secular “Princesa dos Sertões” e com destino final o Parque de Vaquejada Nana Perotto. Antes da saída, será dada uma bênção especial pelo Padre José Augusto.
HOMENAGENS E APOIO Após homenagear “Jorginho Locutor” e Luiz Gonzaga (in memoriam), respectivamente, nas duas primeiras edições, a terceira edição homenageará “Cicinho” e Zumira Monte (in memoriam), pessoas que tem em sua história a história do vaqueiro.
Na ocasião, a confraternização da vaqueirama ainda apoiará, de forma oficial, o Projeto de Lei nº 4831/12, que tramita na Câmara Federal e regulamenta a profissão de vaqueiro. O PL é de autoria do deputado Carlos Brandão (PSDB-AM).
A homenagem ao vaqueiro foi iniciada, de forma oficial, pela Associação Filhos e Amigos de Icó – AMICÓ – no ano de 2011, quando se completavam 70 anos de realização do último Dia do Vaqueiro Icoense, realizado no Dia do Município, na data de 25 de outubro de 1941, fato registrado e presenciado pelo historiador e vaqueiro Miguel Porfírio (in memoriam), em suas obras.
O evento busca reforçar a identidade de Icó, que tem na figura do vaqueiro um dos pilares da construção do povoado à margem do Rio Salgado, através da criação do gado e da comercialização do charque. O registro mais antigo do trabalho do vaqueiro e terras icoenses data de 1719, quando, nas imediações da atual cidade de Icó já havia fazendeiros com quatro mil rezes, Da Ribeira dos Icós, a produção era destinada à Aracati-CE, um dos principais portos cearenses da época, além do estados da Bahia, Paraiba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.
O III Dia do Vaqueiro Icoense é uma realização da Associação Filhos e Amigos de Icó – AMICÓ, com apoio do Parque Nana Perotto, da Prefeitura Municipal de Icó, Vereador Victor Luiz, Rádio Brasil FM, Icó é Notícia, Icó Variedades, Escola Estadual Vivina Monteiro.
Fonte: Icó é Notícia
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