Futebol
Título monumental: River Plate atropela Tigres e é tri da Libertadores
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Cavenaghi levanta a taça de campeão da Libertadores (Foto: JUAN MABROMATA / AFP)[/caption]
Em estádio lotado, time argentino faz valer maior tradição e ambiente favorável e conquista a competição, somente quatro anos depois do seu rebaixamento no país

Cavenaghi levanta a taça de campeão da Libertadores (Foto: JUAN MABROMATA / AFP)
Em estádio lotado, time argentino faz valer maior tradição e ambiente favorável e conquista a competição, somente quatro anos depois do seu rebaixamento no país
O River Plate nunca deixou de ser gigante mesmo quando sofreu o impensável e foi rebaixado em 2011. Nesta quarta-feira, o clube que se intitula “O Mais Grande” da Argentina provou isso. Com uma vitória por 3 a 0 sobre o Tigres, fez a alegria de um Monumental de Núñez lotado e que parecia ter vida própria: conquistou a Libertadores, sua terceira na história. Libertou-se do pesadelo de quatro anos atrás.
O Tigres era melhor tecnicamente. Mas desta vez, a camisa pesou. O River precisou de pouco mais do que raça, organização e um ambiente favorável para vencer a partida. Bastou “poner huevos”, mostrar garra, e os Felinos mexicanos se aquietaram como inofensivos gatinhos.
Desta maneira, o River ratifica sua classificação para o Mundial de Clubes, em dezembro, no Japão. Já estava garantido pelo fato de o Tigres ser um convidado na Libertadores, mas viajará para a Ásia da melhor maneira possível: como campeão.
Como era de se esperar, a torcida do River fez muita festa antes mesmo do jogo começar. Com balões em vermelho e branco, cantaram, batucaram e recepcionaram o time em campo de maneira emocionante. O Tigres, que já esperava tal ambiente, soube segurar a pressão e conteve o entusiasmo dos Millonarios.
Durante boa parte do primeiro tempo, o Tigres foi até melhor. Tocou bem a bola, acalmou a partida e não sofreu pressão. O baixinho Aquino, aberto pela esquerda, era o melhor em campo, a válvula de escape. Mas não foi o bastante: Gignac, Sobis e Damm estiveram apagados e não ajudaram o companheiro.
O principal mérito do River foi não desperdiçar suas chances. No último minuto do primeiro tempo, na primeira boa jogada da etapa, Vangioni passou por dois rivais e cruzou na cabeça de Alario, que abriu o placar.
No segundo tempo, o Tigres se expôs mais, buscando o empate, mas a marcação do River foi implacável. E, em contragolpes, os argentinos mataram a partida. Primeiro, Sánchez foi derrubado na área aos 29 minutos e sofreu pênalti, que ele mesmo converteu. Pouco depois, aos 33, Funes Mori, de cabeça em cobrança de escanteio, definiu o placar.
Fonte: Globo Esporte
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