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Pesquisa: comportamento no smartphone pode detectar paciente com depressão
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Uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, constatou que o smartphone pode ser um aliado para identificar pacientes que sofrem de depressão ou estão em risco de desenvolver a doença. O estudo rastreou a média diária de uso e os dados de GPS do dispositivo. A ideia é assegurar que o paciente receba o tratamento necessário antes que o caso se torne mais severo.

Foto: Divulgação
Uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, constatou que o smartphone pode ser um aliado para identificar pacientes que sofrem de depressão ou estão em risco de desenvolver a doença. O estudo rastreou a média diária de uso e os dados de GPS do dispositivo. A ideia é assegurar que o paciente receba o tratamento necessário antes que o caso se torne mais severo.
Para realizar a pesquisa, os cientistas recrutaram 40 pessoas com idades entre 19 e 58 anos e monitoraram seus movimentos por duas semanas usando um app para Android. As cobaias também preencheram um questionário que costuma ser utilizado para diagnosticar a doença. De acordo com os pesquisadores, pacientes que sofrem de depressão tendem a frequentar menos locais do que pessoas comuns, além de apresentarem uma irregularidade de horários maior. As pessoas deprimidas também usaram mais seus celulares do que o esperado.
Depois de acompanhar os passos das pessoas, os pesquisadores cruzaram as informações dos questionários com as obtidas pelo app. A precisão do aplicativo foi de 87%.
A equipe revela que deve realizar novos testes com outros participantes que levarão em conta termos de depressão, ansiedade e outras variáveis.
“Imagine um mundo onde os dispositivos que carregamos em nossos bolsos pode nos ajudar a controlar a nossa própria saúde mental e detectar problemas antes de acabarmos precisando de tratamento psiquiátrico”, afirma Justin Baker, psiquiatra da Universidade de Harvard. “A novidade do estudo está em mostrar que o monitoramento dessas informações através de muitos indivíduos é possível – e faz um trabalho decente em prever índices de depressão”.
Fonte: Olhar Digital
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