Saúde
AIDS: 100 mil pacientes que vivem com HIV recebem medicamento 3 em 1

Mais de 100 mil pessoas que vivem com aids no Brasil já podem ter acesso ao medicamento conhecido como 3 em 1. Esse tratamento reúne em uma única dose os três medicamentos Tenofovir, Lamivudina e Efavirenz. A distribuição do 3 em 1 já está acontecendo em toda a rede pública de saúde e o estoque do medicamento é suficiente para atender os pacientes em tratamento nos próximos 12 meses. O diretor do Departamento de DST/aids e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, destaca os vários benefícios do medicamento 3 em 1.

Mais de 100 mil pessoas que vivem com aids no Brasil já podem ter acesso ao medicamento conhecido como 3 em 1. Esse tratamento reúne em uma única dose os três medicamentos Tenofovir, Lamivudina e Efavirenz. A distribuição do 3 em 1 já está acontecendo em toda a rede pública de saúde e o estoque do medicamento é suficiente para atender os pacientes em tratamento nos próximos 12 meses. O diretor do Departamento de DST/aids e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, destaca os vários benefícios do medicamento 3 em 1.
“Quando a gente fazia o comprimido separado, a pessoa precisava tomar quatro comprimidos ao dia, e isso vai ser substituído por um comprimido só ao dia. Tem uma série de estudos que demonstram que isso aumenta muito a aderência ao tratamento. E ao aumentar a aderência, você tem um benefício individual, porque o seu organismo vai responder melhor, vai evitar infecções, vai evitar complicações da doença, mas você tem um benefício coletivo, porque quando você derruba o tanto de vírus que está circulando no organismo, isso faz com que você também não possa transmitir o HIV.”
O diretor do Departamento de DST/aids e Doenças Transmissíveis , Fábio Mesquita, destaca ainda que o Brasil hoje oferece os melhores tratamentos que existem no mundo para combater o HIV
“A gente tem hoje, praticamente, toda os medicamentos que se usam no mundo hoje. A gente tem os melhores medicamentos da primeira linha. A gente tem praticamente tudo o que é prescrito nos países desenvolvidos. Alguns deles produzidos nacionalmente, outros importados.”
Cerca de 11 mil pacientes dos estados do Rio Grande do Sul e Amazonas que vivem com aids já recebem, desde agosto do ano passado , a dose tripla combinada . Os dois estados foram os pioneiros na distribuição desse medicamento por apresentarem as maiores taxas de detecção do vírus.
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