Economia
Indústria da construção tem menor atividade

O nível de atividade da indústria da construção em relação ao usual caiu para 33,2 pontos em fevereiro. O valor ficou 11,7 pontos abaixo do registrado em igual mês do ano passado e é o mais baixo da série histórica, que começou em dezembro de 2009. Isso revela uma retração acentuada da atividade no setor, segundo constatação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), através da Sondagem Indústria da Construção, divulgada ontem.

O nível de atividade da indústria da construção em relação ao usual caiu para 33,2 pontos em fevereiro. O valor ficou 11,7 pontos abaixo do registrado em igual mês do ano passado e é o mais baixo da série histórica, que começou em dezembro de 2009. Isso revela uma retração acentuada da atividade no setor, segundo constatação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), através da Sondagem Indústria da Construção, divulgada ontem.
O indicador de número de empregados também recuou 10,1 pontos em relação a fevereiro de 2014 e alcançou 36,4 pontos. É o índice mais baixo desde janeiro de 2011, quando começou a série histórica. Os valores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando ficam abaixo dos 50 pontos, revelam queda na atividade e no emprego. Quanto mais distante da linha divisória, maior a queda.
Conforme a CNI, o desaquecimento está cada vez mais intenso e disseminado em todos os portes e setores da indústria da construção. O nível de utilização da capacidade de operação ficou em 60%, nove pontos percentuais a menos que em fevereiro de 2014.
Infraestrutura
Dentro da sondagem da construção, o segmento de obras de infraestrutura é o que apresenta os piores resultados dentre os três pesquisados. Os outros dois são construção de edifícios e serviços especializados. A utilização da capacidade instalada em infraestrutura é a menor dentre os três, 57%, ante 58% em edifícios e 61% em serviços. O nível de atividade está em 33,9 pontos, ante 39,2 em edifícios e 35,2 em serviços. O indicador de número de empregados também está em situação pior que os demais segmentos, com 33,2 pontos, ante 39 e 39,3, respectivamente.
Expectativas
Diante desse quadro, os empresários do setor continuam pessimistas. Em março, todos os indicadores de expectativas para os próximos seis meses ficaram abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo. O indicador de nível de atividade ficou em 42,3 pontos, o de novos serviços e empreendimentos recuou para 42 pontos e o de número de empregados caiu para 41,7 pontos.
O indicador de intenção de investimento caiu pelo sexto mês consecutivo e alcançou 34,6 pontos, o menor da série histórica iniciada em 2013. A pesquisa foi realizada entre 2 e 11 de março com 600 empresas, das quais 191 de pequeno porte, 267 médias e 142 grandes.
Fonte: O Estado CE
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