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CRIANÇAS: Como dar broncas? Especialista dá dicas aos pais
Gritar, bater, ameaçar e não cumprir o combinado com a criança. Que pai ou mãe nunca cometeu algum desses erros? Na luta por colocar limites nos filhos, os pais usam de táticas ou métodos que estão longe de causar o efeito necessário. De acordo com especialistas em educação infantil, as broncas não podem representar raiva ou agressividade e, sim, um reforço dos limites que os pais estabeleceram. Atitudes como gritar excessivamente e bater são vetadas por psiquiatras, psicólogos e psicopedagogos, pois demonstram falta de controle pessoal dos responsáveis. Mas o que os pais podem fazer para não errarem? A dona de casa Camila Lima é mãe de Henry de dois anos. Ela mostra ao filho, com conversa, quando o pequeno está certo ou errado.
Gritar, bater, ameaçar e não cumprir o combinado com a criança. Que pai ou mãe nunca cometeu algum desses erros? Na luta por colocar limites nos filhos, os pais usam de táticas ou métodos que estão longe de causar o efeito necessário. De acordo com especialistas em educação infantil, as broncas não podem representar raiva ou agressividade e, sim, um reforço dos limites que os pais estabeleceram. Atitudes como gritar excessivamente e bater são vetadas por psiquiatras, psicólogos e psicopedagogos, pois demonstram falta de controle pessoal dos responsáveis. Mas o que os pais podem fazer para não errarem? A dona de casa Camila Lima é mãe de Henry de dois anos. Ela mostra ao filho, com conversa, quando o pequeno está certo ou errado.
“Quando ele faz alguma coisa que eu acho que não ta certo, aí eu digo: não está certo Henry, não, não, não faz assim e eu evito bater nele. Eu prefiro ir tentando falar, mostrando para ele o que está certo e o que está errado. E quando ele faz alguma coisa que eu gosto, que eu acho correto, aí eu incentivo ele, eu bato palma. Eu falo: Oh, isso mesmo filho. Está certinho.”
REPÓRTER: Conversar com os filhos, como faz a dona de casa, Camila Lima, é recomendado pelos especialistas em educação infantil. Segundo eles, os pais precisam ter em mente que o objetivo maior da bronca é chamar a atenção do filho para um comportamento que não pode se repetir. A psicóloga infantil do Conselho Regional de Psicologia de Brasília, Ivana Fermet, recomenda que os responsáveis devem dosar a bronca de acordo com o momento.
“Tem hora que a gente precisa falar para a criança: É assim mesmo, porque eu estou mandando, tem hora que a gente precisa usar dessa autoridade mesmo de adulto. Quando for preciso fazer isso é preciso fazer com firmeza, mas sem violência para não transformar autoridade em autoritarismo. E tem momentos, em que seja talvez possível negociar. Então se você fez isso, a consequência agora vai ser essa. Você tem que cumprir esse e esse castigo.”
De acordo com a psicóloga infantil, Ivana Fermet, os pais precisam repreender os filhos na hora que as crianças erram. Ela afirma ainda que sem a bronca a criança cresce sem limite e acaba desenvolvendo sensação de abandono, como se ninguém ligasse para ela.
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