Mundo
Jovem inglesa dá à luz em coma induzido e conhece filho um mês depois
Uma jovem inglesa de 31 anos viveu uma experiência emocionante ao conhecer seu filho um mês depois de seu nascimento. Becky Prout entrou em coma induzido quando estava grávida de 27 semanas, por causa de uma doença autoimune chamada encefalite anti-NMDAR, que afeta o cérebro.
Becky foi hospitalizada em julho deste ano, após se sentir mal e receber o diagnóstico. Os médicos decidiram colocá-la em coma induzido para proteger sua saúde e a do bebê. Em agosto, eles realizaram uma cesárea de emergência e o bebê nasceu prematuro, mas saudável.
Becky só acordou do coma em setembro e pôde ver seu filho pela primeira vez. Foi um momento de muita emoção e alegria para ela e seu marido, Chad Maling, que contou ao Independent como foi o encontro. “Ela ficou muito feliz em vê-lo e segurá-lo. Ela não conseguia acreditar que ele era dela”, disse ele.
Durante o coma, Becky apresentou um sintoma curioso: ela começou a falar com sotaque norte-americano. Seu marido acredita que ela tenha adquirido o sotaque do TikTok, um aplicativo que ela usava muito antes de ficar doente. “Ela estava constantemente usando o aplicativo e assistindo a vídeos de pessoas dos Estados Unidos”, explicou ele.
-
Brasil6 dias atrásGoverno federal cria medidas para combater cambismo digital e garantir água gratuita em eventos
-
Ceará6 dias atrásPesquisa da UFC identifica presença de bisfenóis em caranguejos de manguezais no Ceará
-
Noticias6 dias atrásMorre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Júnior, ícone da televisão Brasileira
-
Brasil4 dias atrásConselho Nacional de Política Cultural recebe inscrições até 22 de setembro
-
Brasil5 dias atrásPESQUISAS – Ciro ainda lidera, mas Elmano encurta a distância em ritmo acelerado”.
-
Brasil5 dias atrásBrasil terá Japão e Singapura como adversários em amistosos de novembro
-
Brasil5 dias atrásMoraes acusa Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade e pede providências a Fachin
-
Mundo6 dias atrásCardiologia mundial redefine conceito de infarto e alerta: exame de sangue isolado não basta para diagnóstico
