Mundo
Colômbia vai sacrificar hipopótamos de Pablo Escobar para frear a reprodução dos animais
O governo da Colômbia anunciou nesta quinta-feira (02) que vai sacrificar parte dos hipopótamos que vivem no rio Magdalena. Esses animais foram trazidos da África pelo ex-narcotraficante Pablo Escobar, que os mantinha em seu zoológico particular na Fazenda Nápoles.
A ministra do Ambiente, Susana Muhamad, disse que a eutanásia é uma das medidas para conter a proliferação dessa espécie invasora, que causa danos ao ecossistema e à população local. Outras medidas são a esterilização e o envio de alguns espécimes a outros países, como México, Índia e Filipinas.
Segundo a ministra, há atualmente 166 hipopótamos no país, descendentes de um casal que Escobar importou na década de 1980. Após a morte do barão da cocaína, em 1993, os animais ficaram abandonados e se reproduziram sem controle. Alguns deles chegaram a atacar pescadores no rio Magdalena, o mais importante da Colômbia.
A ministra não informou quantos hipopótamos serão sacrificados nem quando o processo começará. Ela também não deu detalhes sobre as permissões necessárias para o traslado dos animais. Ela alertou que, se nada for feito, o número de hipopótamos pode chegar a mil até 2035.
Ouça nosso Podcast!
-
Iguatu6 dias atrásIguatu recebeu secretário da SDA para assinatura de ordens de serviço de sistemas de abastecimento de água
-
Brasil6 dias atrásGoverno federal cria medidas para combater cambismo digital e garantir água gratuita em eventos
-
Ceará6 dias atrásPesquisa da UFC identifica presença de bisfenóis em caranguejos de manguezais no Ceará
-
Noticias6 dias atrásMorre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Júnior, ícone da televisão Brasileira
-
Brasil4 dias atrásConselho Nacional de Política Cultural recebe inscrições até 22 de setembro
-
Brasil5 dias atrásPESQUISAS – Ciro ainda lidera, mas Elmano encurta a distância em ritmo acelerado”.
-
Brasil5 dias atrásBrasil terá Japão e Singapura como adversários em amistosos de novembro
-
Brasil5 dias atrásMoraes acusa Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade e pede providências a Fachin
