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Homem é condenado por matar o filho por acreditar que não era o pai biológico
Wanderson Pereira Vieira, de 23 anos, foi condenado a 39 anos e dois meses de prisão por matar seu próprio filho de três anos e tentar matar a mãe da criança. O crime ocorreu em agosto de 2020, no município de Tauá.
O Conselho de Sentença da 1ª Vara Criminal da Comarca de Tauá acolheu as teses defendidas pelo Ministério Público e decidiu pela condenação do réu. De acordo com a denúncia do promotor de Justiça Francisco Ivan de Sousa, o réu não aceitava o fim do relacionamento com a mãe da criança, sua ex-namorada.
Na noite do dia 15 de agosto de 2020, Wanderson foi até a casa das vítimas no Bairro São Geraldo. Ele não conseguiu convencer uma das vítimas a entrar na residência e fingiu ter saído. Em seguida, ele arrombou a porta da casa e atacou a ex-companheira com pauladas e golpes de faca. Depois, ele prosseguiu os ataques contra a criança, por não acreditar que ela era seu filho. A ação só parou quando um vizinho gritou de cima do muro da residência e o réu foi embora, levando o celular da ex-namorada.
De acordo com a sentença, Wanderson Pereira Vieira não possuía antecedentes criminais, mas tinha um comportamento violento com a ex-namorada, que relatou sua conduta agressiva. Ele está preso desde o dia 17 de agosto de 2020.
As vítimas foram socorridas após o crime, mas a criança não resistiu. A arma usada no crime foi apreendida com o suspeito. Wanderson teve o direito negado de apelar em liberdade e sua prisão preventiva foi mantida em razão da gravidade do delito.
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