Policial
Chacina de Redenção: vítimas foram mortas com tiros na cabeça
Todas as cinco vítimas da chacina no município de Redenção foram mortas com tiros na cabeça. A Polícia Civil recebeu os laudos da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), que atestam a causa das mortes.
Todas as cinco vítimas da chacina no município de Redenção foram mortas com tiros na cabeça. A Polícia Civil recebeu os laudos da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), que atestam a causa das mortes.
A delegada titular da Cidade, Cristina Cruz, preside o inquérito e teve acesso às conclusões dos médicos legistas da Coordenadoria de Medicina Legal (Comel). Os corpos foram encontrados em duas covas- rasas em um canavial na cidade de Redenção, no dia 1º de setembro.
Além dos laudos cadavéricos, a delegada recebeu também os exames de DNA, conclusivos sobre o parentesco dos corpos dos garotos, que estão na Comel, com as pessoas que forneceram material genético para que fosse feito a comparação.
Quatro dos corpos são de adolescentes, com idades entre 14 e 16 anos. Conforme o diretor da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Ricardo Romagnoli, o quinto cadáver encontrado no mesmo canavial, que até agora não foi reclamado por ninguém, é de uma pessoa que tinha aproximadamente 19 anos. O corpo, do sexo masculino, foi morto com um tiro na mandíbula.
A delegada considera pouco provável que esta pessoa tenha alguma ligação com as outras quatro vítimas da chacina. Para ela, o quinto corpo encontrado pode ser de um adolescente que estava desaparecido desde o ano de 2012.
“Por enquanto, não houve nenhuma manifestação de ninguém que possa ser familiar deste jovem encontrado morto. Temos um registro de desaparecimento de um adolescente chamado ‘Jonas’, feito há dois anos. Quando desapareceu, ele tinha 16 anos. Se estivesse vivo ultimamente, ele poderia ter aproximadamente 18 ou 19 anos”, afirmou à delegada.
Cristina Cruz informou que já notificou a família do garoto, para que vá até à Pefoce para fazer o exame de DNA.
“Precisamos fazer tentativas de identificação que afastem, ou não, a hipótese de que alguém que conste nos registros de pessoas desaparecidas possa ser o cadáver”, afirmou.
Fonte: Ceará Agora
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