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Falhas em sistema geram transtornos para quem pediu auxílio-doença; INSS contesta prejuízos financeiro
Os segurados do INSS que sofrem com a demora para resposta aos pedidos de benefícios acabam de ser surpreendidos com outro contratempo: o vice-presidente da Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP), Francisco Cardoso, revelou que milhares de segurados que entraram com pedidos de auxílio-doença durante a pandemia podem ter tido o requerimento indeferido por uma falha computacional.
De acordo com o vice-presidente da Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais, o sistema de software do INSS entende que trabalhadores regulares estão desempregados, fazendo com que o pedido seja indeferido administrativamente. Ou o sistema não computa todas as contribuições, de modo que o benefício, se autorizado, é pago em valor inferior ao devido.
‘’Estimamos que um quarto dos benefícios que deveriam ser concedidos estão sofrendo algum tipo de bloqueio11, disse, em declaração publicada pelo Jornal Extra, o vice-presidente da ANMP, Francisco Cardoso. ‘’O sistema está defasado há 15 anos. Tentaram implementar outro, mas nunca saiu do papel’’, acrescentou Cardoso.
A leitura de Francisco Cardoso destaca ainda que a digitalização do INSS tornou mais difícil e moroso o processo de contestar decisões previdenciárias. Quem se sentir prejudicado, além de entrar com o recurso pela internet, pelo MEU INSS, pode, segundo ele, acionar a justiça para solicitar que o instituto faça a checagem de seus dados integrados ao Sabi de forma individual.
A Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais enviou um ofício ao Ministério do Trabalho e Previdência, no último dia 12, relatando o problema. Segundo o INSS, foi identificada uma instabilidade na concessão automática de benefício por incapacidade, realizada em parceria com a Dataprev, e que já corrigiu, sem prejuízos aos beneficiários. O instituto ainda alega que a “situação foi pontual e logo após o conhecimento, entre os dias 8 e 9 de janeiro, o reprocessamento da consulta ao CNIS foi realizado em 6.173 casos”.
Fonte: Ceará Agora
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