Brasil
Setor de serviços pede novo programa de renegociação de dívidas
O setor de serviços quer a criação de um novo programa para renegociar as dívidas das empresas que foram afetadas pela crise econômica. A ideia é fazer uma nova versão do Desenrola, que foi lançado em 2019 e beneficiou mais de 300 mil empresas.
A Frente Parlamentar do Setor de Serviços (FPS) já iniciou as negociações para viabilizar a medida. O presidente da FPS, o deputado Augusto Coutinho (Republicanos), se reuniu com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), para apresentar a proposta.
O ministro Alckmin se comprometeu a levar o assunto ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que tem a responsabilidade de definir um fundo garantidor para custear as operações de renegociação. O fundo seria formado por recursos do Tesouro Nacional e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O objetivo do novo programa é ajudar as empresas brasileiras a recuperarem sua capacidade de pagamento e de investimento, contribuindo para a geração de empregos e o crescimento econômico. Segundo o deputado Coutinho, o setor de serviços é o que mais emprega no país e precisa de apoio para superar a crise.
-
Iguatu6 dias atrásIguatu recebeu secretário da SDA para assinatura de ordens de serviço de sistemas de abastecimento de água
-
Brasil6 dias atrásGoverno federal cria medidas para combater cambismo digital e garantir água gratuita em eventos
-
Ceará6 dias atrásPesquisa da UFC identifica presença de bisfenóis em caranguejos de manguezais no Ceará
-
Noticias6 dias atrásMorre aos 83 anos o ator e diretor Gracindo Júnior, ícone da televisão Brasileira
-
Brasil4 dias atrásConselho Nacional de Política Cultural recebe inscrições até 22 de setembro
-
Brasil5 dias atrásPESQUISAS – Ciro ainda lidera, mas Elmano encurta a distância em ritmo acelerado”.
-
Brasil5 dias atrásMoraes acusa Mendonça de abuso de autoridade, improbidade e crime de responsabilidade e pede providências a Fachin
-
Curiosidades4 dias atrásMaturidade, e não criação, pode explicar comportamento de quem nasceu entre 1955 e 1978
