A fim de segurar o preço dos combustíveis, após disparada do valor do petróleo no mercado internacional – causada pelas sanções ocidentais à Rússia como resposta à invasão da Ucrânia -, o governo federal avalia a possibilidade de adotar um subsídio temporário.

O governo estuda adotar o mesmo modelo utilizado em 2018, na época da greve dos caminhoneiros, quando subsidiou o preço do diesel para acabar com o movimento. A informação foi confirmada pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ao Jornal Extra

O ministro de Minas e Energia disse que o governo fará uma reunião nesta terça-feira para discutir o assunto. Albuquerque voltou a defender a votação do projeto de lei em tramitação no Senado que trata da mudança na cobrança do ICMS (o chamado PLP 11).

Nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a paridade internacional do preço do petróleo (que rege a política de preços da Petrobras) é resultado de uma “legislação errada” e “não pode continuar acontecendo”. Diante do aumento no preço do barril do petróleo, Bolsonaro afirmou que não pode repassar integralmente esse reajuste para o preço do combustível.

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, é contra a criação do subsídio. Para auxiliares do ministro, a criação do fundo é um lobby da Petrobras e o mais correto seria votar o PLP 11. Para técnicos da equipe econômica, os governadores devem reduzir o ICMS, diante do aumento da arrecadação dos governos locais, que estão todos no azul.

Fonte: Ceará Agora

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